Ludmila Fernandes / concurso outubro de 2001

03/08/2007

Missa de um ano na Igreja Santa Rita

A família da oficial de cartório, Ludmila Maria Fernandes, morta em 4 de agosto do ano passado por marginais, em Piabetá, está convidando os policiais civis para a missa de 1 ano, neste sábado às 10h, na Igreja Santa Rita de Cássia, no Centro. A igreja fica na Rua Marechal Floriano esquina com Rua Miguel Couto. A mãe de Ludmila, a advogada Zoraide Vidal, pede doação de leite e fraldas geriátricas que serão distribuídas entre os moradores carentes da Favela do Parque Estrela, próximo do local onde ocorreu o crime, simplesmente porque foi identificada como policial civil.

No dia 28 de maio, o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, recebeu o Sindicato, Zoraide Vidal e Gláucia Vidal – mãe e irmã da policial Ludmila, que tinha apenas 25 anos. Dos três assassinos envolvidos no crime, dois foram mortos por marginais, enquanto Alexsander da Conceição Guimarães, vulgo “Cuquinha” foi preso pela equipe da Delegacia de Homicídios.

Segundo Zoraide Vidal, o pontapé inicial foi dado pelo SINPOL, que no primeiro momento exigiu do então chefe de polícia, Ricardo Hallak, uma apuração rigorosa do assassinato de Ludmila. O SINPOL também cobrou o esclarecimento do assassinato do policial Thiago Pinheiro (26), assassinado dia 22 de dezembro, por bandidos que tentaram roubar seu carro. Sua mãe, Francilene Pinheiro, também esteve presente na reunião com Beltrame.