Mãe e irmã da policial Ludmila, assassinada ano passado, foram ao secretário Beltrame agradecer elucidação do bárbaro homicídio

29/05/2007

O secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, recebeu na segunda-feira, dia 28, Zoraide Vidal e Gláucia Vidal, mãe e irmã da oficial de cartório policial, Ludmila Maria Fernandes (24), assassinada por três bandidos em Piabetá, quando se dirigia para casa, em Imbariê. O corpo da policial foi encontrado carbonizado dentro do seu carro. Dos três bandidos que participaram do crime dois foram mortos por outros marginais da região onde os ladrões de carro atuavam. Os familiares de Ludmila, juntamente com o SINPOL, foram agradecer ao secretário o empenho e a competência das equipes da Delegacia de Homicídios/Centro, que resultou na prisão do bandido Alexsander da Conceição Guimarães, vulgo “Cuquinha”, que havia mudado de endereço e estava trabalhando como pintor numa obra da Barra da Tijuca. Na Delegacia, “Cuquinha” foi réu confesso. Uma carta de agradecimento foi entregue pela família da policial, ao secretário Beltrame, pedindo que conste na ficha funcional dos policiais da Homicídios, o empenho deles pela solução do caso.

Pelo jornal o secretário Beltrame (D)  relembra a morte da policial Ludmila. Ao lado, Zoraide, Francilene, mãe do policial civil Tiago - assassinado dia 22 de dezembro - Gláucia e Bandeira.

Segundo Zoraide Vidal, o pontapé inicial foi dado pelo SINPOL, que no primeiro momento exigiu do então chefe de polícia, Ricardo Hallak, uma apuração rigorosa do assassinato sofrido pela policial, que era associada ao Sindicato. Matérias nos jornais e televisão conseguidas pelo SINPOL, notadamente as TVs Record , Bandeirantes e TVE, abriram espaço para os crimes cometidos contra policiais civis. A mãe de Ludmila destacou também a participação da população, que através do Disque- Denúncia deu suporte às investigações a cargo da DH-Centro.

A mãe de Ludmila, Zoraide Vidal, agradece ao secretário de Segurança Pública (D) a elucidação do crime cometido contra sua filha.

A irmã de Ludmila, Gláucia Vidal, disse que: “Nós ficamos satisfeitos quando a polícia faz um bom trabalho. A partir da nossa ação, da nossa cobrança, chegou-se a um bom resultado”, enfatizou Gláucia.

O secretário Beltrame, por sua vez, falou que a pressão agora deve ser exercida sobre o judiciário. Os familiares e amigos da policial podem participar das audiências e oitivas do criminoso. “A polícia fez o seu papel”, concluiu Beltrame.