Casal de idosos teria visto atentado a delegado da DAS

04/09/2007

CBN e o Globo Online

sargento PM Márcio de Souza Barbosa, depôs na DH

RIO - Um casal de idosos ainda não identificado pode ser a peça fundamental do inquérito que investiga o atentado contra o delegado Alexandre Neto, em Copacabana, na tarde de domingo . O delegado Roberto Cardoso, responsável pela investigação, disse nesta terça-feira que o casal estava muito próximo de Neto quando os tiros foram disparados e poderá ajudar a identificar os autores do crime (vote: a polícia reage com mais força quando policiais são as vítimas? ). O próprio Alexandre Neto contou a Cardoso como foi o ataque.

" Ele parou num bar e conversou com duas pessoas, um casal de senhores. Depois de uns cinco minutos ali, ele entrou no carro e sofreu o atentado "

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- Ele disse que saiu do prédio e antes de adentrar seu veículo ele parou num bar e conversou com duas pessoas, um casal de senhores. Depois de uns cinco minutos ali, ele entrou no carro e sofreu o atentado. Ele não viu nada, apenas um carro parar e atirar. No primeiro tiro ele se abaixou e não pôde ver nada - relatou Cardoso. - Ele disse que não sabia o nome do senhor, mas mencionou um apelido.

Uma das câmeras de prédios vizinhos ao local do atentado, na Rua Constante Ramos, em Copacabana, mostra uma senhora correndo no momento dos disparos. Esta senhora está sendo procurada pela polícia para que possa ajudar na apuração do fato.

O SINPOL (Sindicato dos Policiais Civis) lamenta o atentado sofrido pelo delegado Alexandre Neto, sempre presente às manifestações dos policiais civis, e espera das autoridades todo o rigor na apuração do caso. O Sindicato enviou ofício à Secretaria de Segurança Pública para que a polícia não poupe esforços ou meios que levem a prisão dos culpados. É uma questão de honra para delegados e agentes, a elucidação do atentado o mais rápido possível, diz a nota do SINPOL.