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14/09/2022 - PEDIDO DE PROPINA PARA DELEGADOS DO RJ TINHA CÓDIGOS, DIZ MP

Pedido de propina para delegados do RJ tinha códigos, diz MPRJ: ‘Vê aí um pixulé pros três'

Códigos mencionavam 'pixulé, merenda, remédio' para tentar omitir a distribuição de propina. De acordo com o MP, Demétrio contava com a ajuda de Allan Turnowski, ex-secretário de Polícia Civil preso na sexta-feira (9).

Por Cristina Boeckel e Henrique Coelho, g1 Rio / 13/09/2022 16h02  Atualizado há 17 horas

 

Demétrio e Allan posaram juntos para foto

As investigações do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (GAECO - RJ) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) mostraram que o delegado Maurício Demétrio intermediava pedidos de propina para o bicheiro Fernando Iggnácio, morto em 2020.

Segundo os promotores, Demétrio não atuava sozinho como agenciador do grupo criminoso dentro da Polícia Civil: a empreitada também contava com o ex-chefe da corporação, o delegado Allan Turnowski, preso na sexta-feira (9). Demétrio já estava preso desde 2021.

De acordo com a denúncia da operação Águia na Cabeça, em conversas com um interlocutor do bicheiro, Demétrio usava diferentes códigos para tentar omitir a distribuição de propina: pixulé, merenda, remédio.

“Tem que pensar o seguinte, sou eu e mais três, entendeu? Eu, pouco importa, o que importa são os três, sacou? Que a gente vai abordar em quatro. Aí, vê aí um pixulé pros três, entendeu? Iguais! Sacou? Tipo, cem, cem, cem! Sacou? É isso aí”, afirmou Demétrio em um dos áudios interceptados pelas investigações.

De acordo com a denúncia apresentada à Justiça, Turnowski atuava como um “agente duplo”: levava informações da quadrilha de Rogério Andrade para o grupo ligado ao bicheiro Fernando Iggnácio, assim como atuava no sentido oposto.                                    

“Não, tranquilo! Deixa eu falar com ele, amanhã eu te respondo isso. Essa semana a gente toca. Beleza? Tá tranquilo. Pô, confirma com ele aquele pixulé lá, que ele disse que ia me arrumar, cara...”, afirmou Demétrio em outro diálogo com o mesmo homem da quadrilha de Fernando Iggnácio, a quem o delegado se refere várias vezes como “Urubu”.          

Em outra conversa, o homem responsável pelo contato com a quadrilha de Fernando Iggnácio fala sobre dinheiro com Demétrio.

“Mas hoje mesmo pego com ele, já pago o remédio e lhe chamo”, disse.

 

O MPRJ afirma que Demétrio e Turnowski tinham um intenso contato para traçar estratégias para galgar cargos relevantes Polícia Civil, que potencializassem as atividades criminosas do grupo do qual faziam parte.

“Se ele me pegar vai te pegar, Guru. Tem que me proteger por você. Me esquece. Tá maluco? Nós somos um CNPJ, um CPF só. Irmãos de embrião!”, disse Turnowski em uma das mensagens investigadas pelo MPRJ.

MP aponta que Allan Turnowski tinha plano para prejudicar adversários políticos, como Eduardo Paes e Felipe Santa Cruz

"Tem que me proteger por você, diz Turnowski

Justiça mantém prisão de Allan Turnowski

Encobrir rastros

A denúncia do Ministério Público afirma que Demétrio e Turnowski adotavam o que os investigadores passaram a chamar de “medidas antiforenses”, para reduzir as evidências e encobrir os rastros dos delitos que praticavam.

Entre as medidas adotadas, estava a preferência por encontros presenciais. O emprego de aplicativos de mensagens só era utilizado em casos inevitáveis, mas sempre com alertas de apagar as conversas e dando preferência para aqueles que imporiam mais dificuldades em caso de uma eventual investigação.

“Vamos apagando nossas conversas... seguro morreu de velho”, afirmou Turnowski em uma das mensagens de texto.

“Reseto geral”, responde Demétrio.

Notas

Em nota, a defesa de Allan Turnowski afirmou que "não há diálogo ou qualquer ato que comprometa o Allan em todo o processo".

12/09/2022 - ESQUEMA DA POLÍCIA CIVIL COM JOGO DO BICHO TINHA BRAÇO NA ALERJ, DIZ MP

Esquema da Polícia Civil com jogo do bicho tinha braço na Alerj, diz MP

Coluna Guilherme Amado / Site Metrópolis

A investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre o envolvimento de delegados da Polícia Civil com contraventores do jogo do bicho mostra que deputados da Assembleia Legislativa do Estado também estavam envolvidos nos esquemas supostamente liderado pelos delegados Maurício Demétrio, Allan Turnowski e Marcelo Araújo.

Conversas de 2016, obtidas pela quebra de sigilo telefônico do delegado Maurício Demétrio, preso em 2021 por cobrar propina de comerciantes, mostram que ele negociava com deputados a inclusão do nome do bicheiro Rogério de Andrade na CPI dos contraventores da Alerj.

“É… tu tem o nome do Rogério de Andrade todo? Sabe? É Rogério de Andrade Silva? Porque eu tô aqui na Alerj, vou… tô manobrando aqui pra botar o nome dele na parada!”, diz Demétrio a Araújo.

Dentro do gabinete de um deputado, que o MP do Rio não especifica qual é, Demétrio manda para Araújo uma foto do trecho do documento que estava elaborando para incluir Rogério de Andrade na CPI.

“Eu tô fazendo a cabeça de um deputado amigo aqui pegar a presidência… é porque não tá ninguém querendo assinar, entendeu? Eu tô aqui no gabinete dele! Aí, qualquer coisa eu te falo aí!”, diz Demétrio.

O MP aponta que a “ação proativa dos delegados era remunerada pelo bicheiro”, que seria uma Fernando Iggnácio, rival de Rogério de Andrade e a quem Demétrio, Turnowski e Araújo, segundo o MP, favoreciam.

A CPI do jogo do bicho, contudo, nunca chegou a ser instaurada na Alerj.

 O ex-secretário de Polícia Civil Allan Turnowski chega de carro à sede da secretaria após ser preso      O ex-secretário de Polícia Civil, delegado Allan Turnowski, chega a sede da SEPOL no Centro do Rio


09/09/2022 - EX SECRETÁRIO DE POLÍCIA PRESO AGIA COMO AGENTE DUPLO E ATUAVA A FAVOR DE BICHEIROS RIVAIS, DIZ MP

EXTRA  -   9/09/2022

Ex-secretário preso, Allan Turnowski, agia como agente duplo e atuava a favor de bicheiros rivais, diz MP

 

O ex-secretário de Polícia Civil do Rio Allan Turnowski foi preso nesta sexta-feira em desdobramento das investigações contra o também delegado Maurício Demétrio. De acordo com o Ministério Público do estado do Rio, Demetrio operava como um braço da quadrilha do bicheiro Fernando Iggnácio na Polícia Civil, enquanto Turnowski agia como agente duplo, atuando em favor de Rogério de Andrade e Fernando Iggnácio, que eram rivais. Demetrio, afirma o Gaeco, também negociava com políticos a nomeação de aliados para cargos estratégicos na Polícia Civil.

 

Desdobramento da investigação: Ex-secretário de Polícia Civil Allan Turnowski é preso

O acesso ao conteúdo de 12 celulares apreendidos com Demetrio revelou que o policial era peça-chave de um esquema de corrupção e de aparelhamento político na área de segurança pública no Rio. A 1ª Vara Especializada em Crime Organizado decretou a prisão de Demetrio e de Turnowski, a pedido do MP depois que as investigações apontaram que ambos agiam em benefício de contraventores.

As investigações, com base no conteúdo dos celulares, revelaram que Demetrio atuou para garantir a nomeação do colega Allan Turnowski como secretário de Polícia Civil em setembro de 2020. As transcrições demonstraram que o delegado pediu a políticos que apadrinhassem a indicação de Turnowski junto ao então governador em exercício Cláudio Castro, que havia assumido no mês anterior.

Allan Turnowski, como titular da na Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), já trabalhara com Maurício Demetrio, como delegado adjunto. Em 2008, Demetrio começou a construir a fama de produtor de dossiês contra desafetos após denunciar o ex-chefe de Polícia Civil e então deputado estadual Álvaro Lins (PMDB). No caso que ficou conhecido como "grupo dos inhos", Lins foi acusado de distribuir cargos em delegacias em troca da conivência com o jogo ilegal em caça-níqueis e da arrecadação de propina.

Em abril de 2009, após dirigir o Departamento de Polícia Especializada, Turnowski foi nomeado por Sergio Cabral, então governador, para a chefia da Polícia Civil do Rio, cargo que ocupou até fevereiro de 2011, quando pediu exoneração após ter o nome envolvido na Operação Guilhotina, na qual a Polícia Federal (PF) prendeu 30 policiais civis e militares envolvidos com organizações criminosas. Entre os presos, estava o delegado Carlos Oliveira, ex-braço direito de Allan Turnowski.

'Pega fujão': Lei Seca dá início a ações contra motoristas que tentam driblar fiscalização

 

Convencido de que as informações que ensejaram a operação Guilhotina partiram do delegado Cláudio Ferraz, então titular da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), Turnowski, antes de exonerar-se, entregou um dossiê contra o colega na Corregedoria Interna da Polícia. De acordo com ele, um dos casos suspeitos na Draco, aberto para investigar desvio de licitação na Prefeitura de Rios das Ostras, em 2008, foi arquivado dois dias depois com a justificativa de falta de provas.

Turnowski também chegou a trabalhar com o sargento reformado da PM Ronnie Lessa, acusado de ser o assassino da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes e ter uma sociedade com Rogério de Andrade em casa de apostas no Quebra Mar, na Barra da Tijuca. Lessa trabalhou como adido na Polícia Civil do Rio. Mensagens de WhatsApp encontradas no celular do PM reformado durante as investigações do caso Marielle revelam uma conversa do acusado na qual o inspetor Vinícius Lima, seu amigo de infância, diz: o “dr. Allan manda um abraço”. Em outro trecho da conversa, o policial diz que “dr. Allan” perguntou por Lessa. Em um terceiro diálogo, Vinícius anuncia ter uma “proposta boa de trabalho” para Lessa. Vinícius trabalhou durante anos com Turnowski, de quem foi chefe de operações.

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Os celulares foram apreendidos em julho de 2021, durante a Operação Carta de Corso, junto com R$ 240 mil em dinheiro e três carros de luxo blindados. O delegado foi preso sob a acusação de extorquir comerciantes de Petrópolis, na Região Serrana. As investigações começaram em 2019, com o depoimento de uma lojista que se recusou a pagar propina de R$ 250 por semana. Dias depois, sua loja foi alvo de operação da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), chefiada por Demétrio.

Maurício Demétrio Afonso Alves, que começou na instituição em 3 de maio de 2001, já passou pelas Delegacias do Meio Ambiente (DPMA), do Consumidor (Decon), de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) e a de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM). De acordo com Ministério Público do Estado (MP-RJ), ele usava a estrutura da delegacia para cobrar propina de comerciantes da Rua Teresa, em Petrópolis.

Demetrio, em 2003, ganhou uma moção de congratulações e louvor da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), dada pelo deputado André Lazaroni.

08/09/2022 - TRE CASSA POR UNANIMIDADE WASHINGTON REIS, VICE DE CASTRO


O Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) indeferiu a candidatura de Washington Reis (MDB), vice na chapa de Cláudio Castro (PL) pela reeleição ao governo do estado, por 07 votos a 0. O ex-prefeito de Caxias e já havia sido derrotado na Justiça na semana passada, quando a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para manter sua condenação por danos ambientais durante sua gestão em Duque de Caxias.

Por ter conseguido dois votos favoráveis no STF, o ex-prefeito contava com uma última possibilidade de recurso: os embargos infringentes que têm efeito suspensivo e garantiriam sua participação nas eleições de outubro.

Mas esse argumento não convenceu os desembargadores, que citaram precedentes do TRE e não reconheceram nenhum efeito suspensivo que garantisse a elegibilidade de Reis.

Reis também acumula pedidos do Ministério Público do Rio (MP-RJ) ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para que seja considerado inelegível. Na Justiça do Rio, um dos processos que ele enfrenta o tornou réu, em 2020, por corrupção passiva, em investigação sobre fraudes imobiliárias em um cartório de Nova Iguaçu, também na Baixada Fluminense.

De acordo com a denúncia do MPRJ, Reis e um advogado, "cientes da impossibilidade de elaboração de escrituras válidas de compra e venda dos lotes, prometeram vantagem indevida" ao tabelião do 5º Ofício de Notas da cidade.

A promessa, segundo os promotores, seria de pagamento de R$ 500 mil para a "elaboração de diversas escrituras imobiliárias fraudulentas, tendo o tabelião concordado com a empreitada criminosa" e recebido cerca de R$ 150 mil para dar início ao serviço acordado. O caso tramita na na 1ª Vara Criminal da Comarca de Duque de Caxias, ainda sem julgamento.

Na época, Reis argumentou que, além de político, era empresário do setor imobiliário. Repudiando as notícias publicadas na época, ele disse que sua empresa era "idônea e respeitada no mercado".

Fonte: Extra on line

05/09/2022 - A GRANDE FAMÍLIA: CASTRO GOVERNA COM A MESMA BASE DE CABRAL

A GRANDE FAMÍLIA: CLAUDIO CASTRO GOVERNA COM A MESMA BASE DE CABRAL

Do Site: Metrópolis


Quando assumiu o Palácio Guanabara, em 2021, após o impeachment de Wilson Witzel, Cláudio Castro mudou todo o secretariado do antigo chefe. Candidato à reeleição pelo PL, Castro colocou no primeiro escalão de seu governo diversos nomes que foram aliados do ex-governador preso Sergio Cabral e passou a governar com o apoio na Assembleia Legislativa (Alerj) da mesma base governista.

Na pasta que tem o segundo maior orçamento do governo, a Secretaria de Obras e Infraestrutura, Castro nomeou como chefe o deputado estadual Max Lemos. Filiado ao MDB de 2008 a 2018, Lemos teve Sergio Cabral como seu padrinho de casamento e o ex-presidente da Assembleia Legislativa do estado, Jorge Picciani (1955-2021), condenado e preso por corrupção, como padrinho político.

Nomeado em junho de 2021, Lemos deixou a pasta em abril deste ano para concorrer à Câmara dos Deputados pelo PROS. Em seu lugar deixou o advogado Rogério Lopes Brandi, que havia sido seu secretário na Prefeitura de Queimados, cidade na Baixada Fluminense, durante seus dois mandatos pelo MDB de Sérgio Cabral.

Na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, Castro nomeou, em junho de 2021, o deputado federal Vinícius Farah, preso em 2018 por suspeita de enriquecimento ilícito. Filiado ao MDB de 2004 a 2018, Farah foi prefeito de Três Rios durante dois mandatos e foi presidente do Detran, de 2017 e 2018, no governo de Luiz Fernando Pezão, sucessor de Cabral.

Candidato à Câmara dos Deputados pelo União Brasil, Farah pediu exoneração da Secretaria de Desenvolvimento Econômico também em abril deste ano e deixou o presidente do Procon-RJ, o empresário Cássio Coelho, em seu lugar.

Castro trouxe de volta ao governo o delegado de Polícia Civil Allan Turnowski e o nomeou chefe da Secretária de Estado de Polícia Civil. Turnowski foi chefe da Polícia Civil no primeiro mandato de Sergio Cabral. O delegado, contudo, foi exonerado em 2011 após uma crise causada pela Operação Guilhotina, que prendeu 30 policiais por suspeita de corrupção e ligação com bicheiros, milicianos e traficantes.

Turnowski deixou a secretaria em abril e se lançou candidato à Câmara dos Deputados pelo PL. Em seu lugar ficou o delegado Fernando Albuquerque.

A Secretaria de Meio Ambiente também foi rifada para um antigo aliado de Cabral e de seu filho, o candidato a deputado federal Marco Antônio Cabral. Castro nomeou, em outubro de 2021, assim que assumiu o governo de forma interina, o deputado estadual Thiago Pampolha. O parlamentar nunca foi filiado ao MDB, mas foi de partidos que eram da base de Cabral e de Pezão, chegando a assumir, no governo Pezão, a Secretaria de Esporte e Lazer, em 2017, no lugar de Marco Antônio. Um ano antes, em 2016, deu a Medalha Tiradentes, maior honraria do estado do Rio, para o filho de Cabral.

Pampolha deixou a Secretaria de Meio Ambiente também em abril deste ano para disputar a reeleição na Alerj. Em seu lugar, ficou José Ricardo Brito, seu ex-chefe de gabinete na Secretaria de Esporte e Lazer no governo Pezão.

 

O ex-secretário de Governo, Rodrigo Bacellar, que será candidato à Assembleia Legislativa pelo PL, deixou no cargo Rafael Thompson, que foi subsecretário de Esporte e Lazer no governo de Pezão quando o filho de Cabral era chefe da pasta, de 2016 a 2017.

 

02/09/2022 - CARRO DE LUXO DO DELEGADO DEMÉTRIIO É VENDIDO EM LEILÃO

CARRO DE LUXO DO DELEGADO DEMÉTRIO É ARREMATADO EM LEILÃO

 

Foi arrematado, nesta quinta-feira (1º), um dos três carros de luxo do delegado Maurício Demétrio, preso acusado de chefiar cobrança de propina de comerciantes de Petrópolis, na Região Serrana.

Apreendidos na Operação Carta de Corso, os veículos: uma Land Rover/Evoque, um Toyota Hilux SW4 e uma Mercedes-benz GL350, juntos, foram avaliados em R$ 425.010,75.

No pregão online, a Land Rover do delegado acabou sendo comprada. O lance inicial para o carro era de mais de R$ 140 mil. Não houve interessados pelos outros dois veículos.

Por isso, segundo apurou a TV Globo, uma nova data para a oferta dos carros será definida.

Alienação antecipada

Após o sequestro dos veículos, a Justiça havia determinado no final de maio, através da 1ª Vara Criminal Especializada, a alienação antecipada, antes do fim do processo.

Alienação antecipada


Após o sequestro dos veículos, a Justiça havia determinado no final de maio, através da 1ª Vara Criminal Especializada, a alienação antecipada, antes do fim do processo.

A medida serviria para preservar o valor dos bens e evitar que se deteriorem sem uso e sem qualquer tipo de manutenção. Os valores dos carros, depois de vendidos, devem ser depositados em juízo.

Preso em junho de 2021

O delegado Maurício Demétrio foi preso em junho do ano passado. Ele responde por associação criminosa, obstrução à Justiça, lavagem de dinheiro ou ocultação de bens e cobrança de propina.

De acordo com as investigações, o então titular da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial cobrava dinheiro para permitir a venda de produtos falsificados no município. Além do delegado, outras cinco pessoas foram presas na ação.

 

Os agentes apreenderam R$ 240 mil em dinheiro na casa do delegado Maurício Demétrio, além de 13 celulares e os três carros de luxo blindados.

As investigações começaram em 2019 com o depoimento de uma lojista de Petrópolis que se recusou a pagar propina de R$ 250 por semana. Dias depois de se rebelar, sua loja foi alvo de operação da delegacia chefiada por Maurício, com mais de 100 peças de roupas apreendidas.

Os promotores também acusam o delegado de cobrar propina para atrapalhar o trabalho da própria polícia, criar dossiês com dados sigilosos, e de ter tentado armar duas operações falsas.

Em uma delas, plantaria drogas em um carro usado por policiais da Corregedoria que tinham aberto uma investigação contra ele. Em outra, a ideia era influenciar o resultado de eleições.

Fonte: Globo on line

 

01/09/2022 - TESOUREIRO DA CAMPANHA DE CASTRO RECEBEU R$ 70 MIL

 

Tesoureiro de campanha de Castro recebeu R$ 70 mil em folha secreta da Uerj

Do UOL Notícias

Imagem: Reprodução/Facebook Igor Mello e Ruben Berta

Tesoureiro de campanha de Castro recebeu R$ 70 mil em folha secreta da Uerj.  Aislan de Souza Coelho, tesoureiro da campanha de Cláudio Castro (PL).  O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), escolheu como tesoureiro de sua campanha à reeleição um dos beneficiados nas folhas de pagamento secretas da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) reveladas pelo UOL. O advogado Aislan de Souza Coelho recebeu R$ 70 mil por essa modalidade de contratação. Ele é um dos homens de confiança do braço direito de Castro, o deputado estadual Rodrigo Bacellar (PL).

No registro de candidatura na Justiça Eleitoral, Castro indicou o advogado como administrador financeiro de sua campanha —nome técnico para o posto de tesoureiro. Coelho será o responsável pela prestação de contas de receitas e despesas da candidatura de Castro e exercerá a mesma função na de Bacellar, candidato à reeleição na Alerj (Assembleia Legislativa do RJ). Reportagens do UOL mostraram que Bacellar foi um dos articuladores dos cargos secretos na Fundação Ceperj — postos de trabalho criados sem qualquer transparência e distribuídos a aliados políticos.

Acúmulo de remunerações x Falta de transparência

Coelho recebeu R$ 10 mil por mês — entre junho e dezembro do ano passado— no Observatório Social da Operação Segurança Presente, realizado pela Uerj com recursos da Segov (Secretaria Estadual de Governo). O programa é voltado a pesquisas sobre o projeto de patrulhamento nos bairros em que o Segurança Presente foi implementado. No momento em que foi contratado, Coelho acumulava o posto de chefe de gabinete da Segov, que era comandada justamente por Bacellar. No governo Castro, o salário dele era de R$ 18,3 mil. Não é possível saber se Coelho continua atualmente vinculado ao programa, já que não há transparência nos pagamentos feitos pela Uerj aos contratados em projetos com descentralização de recursos do governo do estado — que somam ao menos R$ 593,6 milhões neste ano. Procurada, a campanha de Castro disse que Coelho não é mais servidor do governo fluminense e que não presta mais nenhum tipo de serviço para o programa. Universidade prometeu revelar folhas em setembro. A Uerj vem negando que as folhas de pagamento dos programas com transferência de recursos de outros órgãos —as quais não estão disponíveis para consulta pública— sejam secretas. A Uerj ainda afirma que "não há ilegalidade ou anormalidade no fato de colaboradores das secretarias de Estado integrarem as equipes".

 

Indicação política ou processo seletivo

Entre junho e dezembro do ano passado, Coelho integrou o chamado núcleo estruturante do programa. De acordo com regras criadas pela Uerj em 2021, contratados nessa condição não precisam nem mesmo passar por processo seletivo simplificado. A campanha de Castro afirma, contudo, que o advogado passou por processo seletivo para trabalhar no programa. Antes da contratação na Uerj, o advogado já havia exercido cargos importantes no gabinete de Bacellar na Alerj. No início de 2019, Coelho foi nomeado como assessor parlamentar, mas assumiu o posto de chefe de gabinete em junho do mesmo ano. Em junho de 2021, ele deixou a Alerj para acompanhar Bacellar, que fora nomeado secretário de Governo por Cláudio Castro. Na pasta, também exerceu o posto de chefe de gabinete, um dos mais importantes do órgão.

Campanha de Castro nega indicação política

O UOL questionou a campanha de Castro sobre a escolha do advogado como tesoureiro. A campanha do governador negou a existência de qualquer tipo de indicação política para o Observatório Social da Operação Segurança Presente, tocado pela Uerj. Por meio de nota, disse também que não há conflito ético em relação à atuação de Coelho. "A lei prevê que servidores públicos realizem pesquisas científicas e de inovação, como as da Uerj." O deputado Rodrigo Bacellar também nega indicações políticas a programas da Uerj. A reportagem procurou o advogado Aislan Coelho por meio de rede social, mas ele não retornou.

O que se sabe sobre as folhas secretas da Uerj.

No dia 13, o UOL revelou que R$ 594 milhões foram injetados somente este ano pelo governo do Rio na Uerj em 18 projetos com folhas de pagamento secretas. A reportagem só conseguiu acesso aos dados de quatro desses programas —ainda assim referentes ao ano passado — que revelaram pagamentos a ao menos quatro pessoas ligadas a Bacellar.

Na lista de um dos projetos, estava o ex-vereador do Rio Daniel Marcos Barbiratto de Almeida, preso em 2018 acusado de atuar como operador de um deputado em esquema do ex-governador Sérgio Cabral, que pagava em troca de apoio político no Legislativo fluminense, segundo o MPF (Ministério Público Federal). Somente entre junho e dezembro de 2021, ele recebeu R$ 112 mil, contratado para atuar no Observatório do Segurança Presente. Barbiratto negou ter sido contratado por indicação política e afirmou ter participado de processo seletivo. A Uerj negou qualquer irregularidade nas contratações

01/09/2022 - INVESTIGAÇÃO REVELA MAR DE LAMA NA POLÍCIA CIVIL





Do SBT Rio
*INVESTIGAÇÃO REVELA MAR DE LAMA NA POLÍCIA DO RJ* *|* _PF e MP miram as conexões da maior milícia do estado com agentes corruptos_ *|* https://youtu.be/tflCYSIjK9Q

31/08/2022 - VICE DE CLAUDIO CASTRO TEM CANDIDATURA IMPUGNADA

22/08/2022 - CORREGEDORIA DA PM JÁ ESTOUROU MAIS DE 30 BINGOS CLANDESTINOS ESTE ANO NO RIO

Corregedoria da PM do Rio já estourou mais de 30 bingos clandestinos apenas este ano

             Foto Extra

Extra on line - 21/8/2022 -  Camila Araujo, Carolina Freitas e Giampaolo Morgado Braga

A Rua Frei Henrique, em Piedade, já é um endereço conhecido da Corregedoria da Polícia Militar. Este ano, entre março e julho, os agentes da PM estouraram três vezes um mesmo bingo clandestino no local. Ali, em março, foram 124 máquinas caça-níqueis apreendidas. No início de junho, policiais penais da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) voltaram ao bingo, em busca de uma foragida da Justiça, e levaram 72 equipamentos de jogos e 27 apostadores para a delegacia. Quase dois meses depois, em 27 de julho, o bingo já estava funcionando de novo — e sendo novamente fechado, mais uma vez pela corregedoria, desta vez com 73 máquinas, 33 apostadores e dois funcionários.

Endereços em dez cidades

A insistente rotina de interdições da casa ilegal de jogos no bairro da Zona Norte do Rio é o exemplo da situação dos bingos no estado. Com base em informações repassadas pelo Disque-Denúncia, entre março e agosto, a PM fez pelo menos 31 operações de fechamento de estabelecimentos desse tipo, em 27 endereços diferentes de dez cidades do estado. O número supera com folga os oito bingos estourados em 2021. Nas ações, foram recolhidas pelo menos 768 máquinas em áreas dominadas pelo tráfico e por milícias.

Vinte dessas 31 operações ocorreram na cidade do Rio, em 14 bairros. Piedade e Brás de Pina, também na Zona Norte, aparecem no topo das áreas mais visadas pelas ações da corregedoria. Mas há bingos fechados em todas as regiões da cidade, de Sepetiba a Copacabana, do Alto da Boa Vista a Madureira.

E o ritmo de operações está acelerando. Em março, foi apenas um bingo estourado. Em agosto, até a última sexta-feira, dez — na média, um fechamento a cada dois dias. O mês com mais ações da polícia para desativar bancas de apostas ilegais foi junho: 11 ocorrências.

As denúncias sobre bingos clandestinos feitas ao Disque-Denúncia, porém, superam de longe esses números. Este ano, já foram 311, o equivalente a 40% do total de informações enviadas ao serviço sobre jogos de azar.

De acordo com a PM, as ações para coibir práticas de jogo de azar e contravenções penais semelhantes são desencadeadas diante de flagrantes ou na verificação de informações que chegam por meio do Disque-Denúncia. Elas são realizadas por equipes dos batalhões de área, de delegacias e da Corregedoria Geral da PM.

Corte de propina na pandemia e 20 anos na escola do chefão: áudios revelam como atuam policiais a serviço do jogo do bicho

Nas denúncias recebidas, há relatos de participação de público interno, ou seja, de policiais e agentes públicos nessas quadrilhas que controlam os bingos, o que tem levado a corregedoria a participar da maioria dessas fiscalizações.

Quando há indícios de envolvimento de policial direta ou indiretamente, a corporação dá início a ações para apurar a irregularidade, identificar o agente e desvendar o vínculo dele com a organização criminosa. Se essa participação for comprovada, o policial é submetido a um processo administrativo disciplinar que pode resultar na expulsão dele da instituição.

Policiais expulsos

Este ano, segundo a PM, policiais não foram flagrados nos bingos fechados durante as operações. No entanto, investigações já concluídas identificaram a participação de agentes públicos. Alguns, inclusive, foram excluídos da instituição. A PM não divulgou, no entanto, quantos policiais são alvos de Inquéritos Policiais-Militares (IPMs) e quantos foram expulsos até hoje por acusações relacionadas a casas de jogos de azar.

Após vazamento de operação: Rogério Andrade desapareceu enquanto participava de campeonato de pesca na Costa Rica

Em maio deste ano, a Operação Calígula deflagrada pelo Ministério Público do Rio (MPRJ) mostrou a estreita ligação de policiais com a quadrilha do contraventor Rogério de Andrade. Ele, o policial militar reformado Ronnie Lessa — réu pela morte da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes — e outras 27 pessoas são acusados de controlar casas de apostas e bingos na Zona Oeste do Rio pelo menos desde 2018. Os envolvidos foram denunciados pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. À época, foram fechados dois bingos clandestinos na Barra da Tijuca e no Recreio, com apreensão de R$ 130 mil nos locais.

De acordo com o MPRJ, o esquema envolvia os delegados Marcos Cipriano e Adriana Cardoso Belém, que por anos foi titular da 16ª DP (Barra da Tijuca). Na casa dela, foram apreendidos quase R$ 2 milhões em espécie. A denúncia envolveu ainda os nomes do policial militar Márcio Araújo de Souza, que teria a responsabilidade de chefiar a segurança da organização criminosa, e do também PM Daniel Rodrigues Pinheiro, chefe direto da segurança de Andrade. Sobrinho do bicheiro Castor de Andrade, que fez fortuna com a contravenção na década de 1980. Andrade e o filho dele, Gustavo de Andrade, foram presos no dia 4 em Itaipava, na Região Serrana.

Ao menos 13 suspeitos em esquema: Justiça determina que nome de filho de Rogério de Andrade seja incluído na lista de procurados da Interpol

 

19/08/2022 - SEGURANÇA CIBERNÉTICA SERÁ DISCUTIDA NO BRASIL EM SETEMBRO

SEGURANÇA CIBERNÉTICA SERÁ DISCUTIDA EM 1º DE SETEMBRO

O Brasil foi o quinto país que mais sofreu ataques cibernéticos em 2021, com mais de 9 milhões de ocorrências, segundo dados da consultoria PwC. Esses ataques impactam empresas, independentemente de seu tamanho, já que essas ações afetam de forma significativa a segurança digital dos negócios. Por conta disso, o mercado de proteção de dados é um dos mais aquecidos atualmente.

De olho nesse filão do mercado, a escola de educação em tecnologia ITuring firmou uma parceria com a PwC para a realização de um evento virtual para discussão sobre segurança digital. A ação também tem o objetivo de promover iniciativas para garantir o aprendizado na área. O evento será realizado no dia 1º de setembro e terá transmissão ao vivo pelo canal do ITuring no YouTube.

 

            Evento deve discutir desafios da cibersegurança no Brasil

A programação da conferência pretende abordar os maiores riscos para a segurança da informação, como a preparação contra ataques cibernéticos, o impacto dessas ameaças nos negócios e quais são os principais desafios de cibersegurança, oportunidades e desafios deste campo. Além de oportunidades e perspectivas para o futuro para profissionais que desejam aplicar esses conhecimentos.

O evento contará com a presença de nomes como o head de produto do ITuring, Thiago Valinho, o sócio e líder de cibersegurança e privacidade da PwC Brasil, Eduardo Batista, e o especialista em soluções de segurança da Microsoft, Marcelo Lagden. Os conteúdos discutidos terão como base materiais desenvolvidos pela Universidade de Haifa, em Israel, para o fomento de políticas públicas relacionadas ao tema.

Os interessados podem se inscrever gratuitamente no site oficial do evento. As duas empresas também oferecerão um workshop gratuito para empresas, com foco nos impactos da crise cibernética nos negócios. O segundo evento acontecerá uma semana depois da conferência para pessoas físicas. Para se inscrever, as empresas devem entrar em contato com o ITuring para reservar suas vagas.

18/08/2022 - ATENÇÃO SERVIDOR ESTADUAL - ATÉ O FIM DO MÊS PARA APRESENTAR PROVA DE VIDA

JORNAL EXTRA - 18-8-2022

12/08/2022 - SINPOL PUBLICA CLASSIFICAÇÃO EXTRAOFICIAL PARA O TESTE FÍSICO DE INSPETOR


O Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro de hoje, 12/08/2022, trouxe o "Resultado Definitivo da Prova de Capacidade Física" para o cargo de Inspetor de Polícia, conforme ANEXO I.



Para facilitar a vida dos candidatos, o SINPOL publica, no ANEXO II, uma classificação EXTRAOFICIAL que está circulando nas redes sociais, levando-se em conta a mencionada publicação de hoje.

12/08/2022 - ELEIÇÃO SINPOL 2022



--O Sinpol/RJ está dando andamento ao processo eleitoral desde o dia primeiro de agosto de 2022. Do dia 01/08 até 05/08/2022 foram abertas as inscrições das chapas conforme edital publicado no Jornal O Dia do dia 21/06/2022 encerrando o prazo para impugnações em 12/08/2022. 
Foram inscritas duas chapas: “Hora da Fusão” e “Fusão Já”.  
A Comissão Eleitoral acatou o pedido de impugnação da chapa “Fusão Já” por não cumprimento do Artigo 26 § 2° do Estatuto do Sinpol/RJ, permanecendo no processo eleitoral somente a chapa “Hora da Fusão”.




10/08/2022 - PROPOSTAS PARA A ESTRATÉGIA NACIONAL DE COMBATE À CORRUPÇÃO

*ENCCLA recebe propostas de Ações para desenvolvimento em 2023* *|* _Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA) convida órgãos e entidades da Administração Pública, Organizações da Sociedade Civil e instituições acadêmicas a enviar, até 02 de setembro de 2022, propostas de Ações para execução em 2023_ *|* https://www.gov.br/mj/pt-br/acesso-a-informacao/perguntas-frequentes/ativos_cooperacao/estrategia-nacional-de-combate-a-corrupcao-e-a-lavagem-de-dinheiro-enccla
 


A ENCCLA – Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro é a principal rede de articulação institucional brasileira para o arranjo, discussões, formulação e concretização de políticas públicas e soluções de enfrentamento à corrupção e à lavagem de dinheiro. A Estratégia foi criada em 2003 e atualmente conta com 89 instituições públicas pertencentes aos três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e o Ministério Público, abrangendo também as esferas federal, estadual e, em alguns casos, até mesmo municipal. Fazem parte da ENCCLA as principais instituições brasileiras que atuam diretamente no combate à corrupção e à lavagem de dinheiro.

O trabalho é concretizado por meio da execução de Ações temáticas, que são pactuadas e posteriormente executadas anualmente pelos membros da ENCCLA. Para cada uma das Ações, cria-se um grupo de trabalho composto por órgãos e instituições, que se reunirão durante o ano para desenvolver um ou mais produtos definidos como resultado esperado.

Em 2022, 11 Ações estão em desenvolvimento e apresentarão seus produtos durante a XX Reunião Plenária da ENCCLA, que será realizada no mês de novembro. Nesta mesma Reunião Plenária também serão analisadas as propostas coletadas a partir desta chamada pública e escolhidas aquelas que serão convertidas em Ações para que sejam desenvolvidas no ano de 2023. Desde sua criação, a ENCCLA já desenvolveu 351 Ações, tendo alcançado importantes resultados para o Estado brasileiro.
 
Conheça as Ações já desenvolvidas pela ENCCLA.
 
Como a sociedade pode participar?

A Chamada de Propostas para novas Ações da ENCCLA é um dos pontos chaves da metodologia da Estratégia e uma das formas de buscar mais interação entre o Setor Público e a Sociedade Civil Organizada.
Órgãos e entidades da Administração Pública, Organizações da Sociedade Civil e instituições acadêmicas são convidadas a apresentar propostas que são analisadas, aprimoradas e priorizadas por Grupos Técnicos (de Combate à Corrupção e de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo). Posteriormente as principais propostas são submetidas à Plenária da ENCCLA para deliberação final sobre quais delas serão convertidas em Ações para serem desenvolvidas pelos membros da Estratégia ao longo de 2023.

As propostas de Ações de Combate à Corrupção, à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo podem ser enviadas pelo formulário online disponível neste link.

Mais informações podem ser consultadas no site da ENCCLA.

Podem enviar propostas:
                     i.                        Membros da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA) – as propostas devem ser analisadas internamente pelo ponto focal designado pela instituição, antes de serem enviadas pelo formulário;
                   ii.                        Órgãos e Entidades da Administração Pública – federais, nacionais, estaduais ou municipais;
                 iii.                        Organizações da sociedade civil que cumulativamente: a) não tenham fins lucrativos; b) estejam formalmente constituídas no Brasil há, pelo menos, três anos, certificados por meio do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ); c) tenham atuação específica no enfrentamento à corrupção e à lavagem de dinheiro.
                 iv.                        Instituições acadêmicas com especialistas nas temáticas da ENCCLA e que cumulativamente: a) estejam formalmente constituídas no Brasil há, pelo menos, três anos, certificados por meio do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ); b) constem do diretório de instituições ou de grupos de pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ); c) tenham linha de pesquisa sobre enfrentamento à corrupção, à lavagem de dinheiro ou ao financiamento do terrorismo.
Etapas da seleção:
    1. Apresentação da proposta por intermédio do formulário eletrônico – até 02 de setembro de 2022;
    2. Pré-seleção (verificação dos critérios) pela Secretaria Executiva da ENCCLA;
    3. Seleção técnica das propostas pelos grupos temáticos formados por membros da ENCCLA;
    4. Análise das propostas e aprovação das novas Ações, durante a XX Reunião Plenária da ENCCLA, a ser realizada em novembro de 2022.
 
É importante ressaltar que, durante as etapas de seleção, as propostas recebidas poderão ser aglutinadas com outras sugestões ou serem adequadas para melhor atender aos objetivos estratégicos da ENCCLA. Além disso, a instituição proponente poderá ser consultada a apresentar mais informações a respeito da proposta aos membros da ENCCLA. Lembramos que a ENCCLA é uma rede de articulação interinstitucional e que não atua em casos concretos.
 
Para enviar proposta de Ação para ser desenvolvida em 2023, acesse o link abaixo 

15/07/2022 - GAROTINHO DIZ QUE ÓRGÃO DO GOVERNO TEM 25 MIL FUNCIONÁRIOS FANTASMAS

GAROTINHO DIZ QUE ÓRGÃO DO GOVERNO TEM 25 MIL FUNCIONÁRIOS FANTASMAS

Garotinho em entrevista ao jornalista, Marlon Brum, do Estúdio B

"Eu só serei candidato a governador. Não estou atrás de um emprego público. Estou atrás de uma missão para salvar o nosso estado de um novo Sérgio Cabral que se apresenta para a população”.

A afirmação foi feira pelo ex-governador Anthony Garotinho, confirmando sua pré-candidatura ao Palácio Guanabara pelo União Brasil, apesar de um manifestação de apoio a Claudio Castro assinada por alguns membros do partido. A “metralhadora” de Garotinho foi disparada na noite de terça-feira (13) no Estúdio B – Central de Entrevistas, onde ele foi recebido pelo jornalista Marlon Brum. Com duras críticas ao governador, acha que quase nada mudou em relação à era Sergio Cabral.

"Foi uma grande decepção para mim. Cheguei a fazer algumas declarações de incentivo e apoio a ele (Claudio Castro), mas fiquei olhando a equipe que ele estava montando e não vi algo diferente daquela quadrilha que assaltou o estado do Rio de Janeiro”, afirmou em uma entrevista de mais de uma hora e sete minutos de duração, referindo-se aos governos de Sergio Cabral e Luiz Fernando Pezão.

Assinatura falsa – De acordo com o político, o governador Claudio Castro estaria empenhado em impedir sua candidatura. Segundo Garotinho, o empenho é tão grande que uma carta enviada ao jornal O Globo em nome de um diretor do União Brasil, informando que ele não seria candidato, foi redigida no Palácio Guanabara, mais precisamente na Secretaria de Governo, pasta comandada por Rodrigo Abel.

Garotinho disse que a carta fora enviada na véspera de uma entrevista que ele deu ao jornal, e que a assinatura do documento atribuído ao dirigente partidário era falsa. O ex-governador disse ainda que documento semelhante foi enviado a Rede Bandeirantes, também com a intenção de evitar que ele fosse entrevistado.

Na boca do caixa – Na entrevista ao jornalista Marlon Brum Garotinho foi firme ao denunciar o que ele classificou como existência de funcionários fantasmas no governo, ao em torno de 25 mil, segundo ele, na Fundação Ceperj, órgão criado há 12 anos, e que tinha inicialmente cerca de mil contratados.

Segundo o pré-candidato do União Brasil, esses funcionários não teriam contracheques e receberiam na boca do caixa. “A eleição no Rio está sendo comprada. Isso é um escândalo. A Justiça tem de agir imediatamente”, afirmou.

Fonte: Elizeu Pires / UOL

11/07/2022 - RIO É A SEGUNDA CIDADE COM A COMIDA MAIS CARA DO PAÍS

Pesquisa aponta que Rio é a 2ª capital do país com a refeição mais cara

Os dados apontam um aumento de 23% em relação a 2019, quando foi feita a pesquisa anterior

Diário do Rio

Por Larissa Ventura -8 de julho de 2022

                                 Moradores de rua embaixo de marquise na praça Tiradentes

Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT), o Rio de Janeiro é a segunda cidade do país com o almoço mais caro. Os dados, divulgados pelo portal de notícias “g1”, apontam um aumento de 23% em relação a 2019, quando foi feita a pesquisa anterior. Na capital fluminense, a média é de R$ 47,09 por refeição, ficando atrás apenas de São Luís, com R$ 51,91.

O cálculo é feito com base no que o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) considera como refeição ideal um prato principal, bebida, sobremesa e café. Os dados foram coletados em 51 cidades do país, entre fevereiro e abril deste ano.

A pesquisa avaliou os preços em restaurantes, lanchonetes e padarias que aceitam o benefício alimentação. O levantamento considerou o valor de 500 gramas de refeição e contemplou desde os restaurantes mais populares aos mais sofisticados.

No estado do Rio, almoço custa em média R$ 44,23. O levantamento foi feito na capital, em Caxias, Nilópolis, Nova Iguaçu, Niterói, São Gonçalo e Macaé. O valor é maior que a média nacional (R$ 40,64).

O DIÁRIO DO RIO fez uma série de reportagens chamada #TemGenteComFome, abordando o problema da fome no Rio de Janeiro.


08/07/2022 - PMs e BOMBEIROS APOSENTADOS ENTRAM COM IMPEDIMENTO DO GOVERNADOR POR GRATIFICAÇÃO NÃO PAGA

Militares estaduais aposentados entram com pedido de impeachment contra governador do Rio por pagamento de Gram


 Foto: Extra

Bombeiros militares e PMs inativos e pensionistas entraram nesta terça-feira (dia 5) com um pedido de impeachment contra o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), por crime de responsabilidade. Eles alegam que o governo feriu a simetria com as Forças Armadas ao conceder a Gratificação de Risco de Atividade Militar (Gram) a servidores militares da ativa.

No documento, protocolado na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), os denunciantes apontam que, com o pagamento da Gram aos quadros que ainda exercem as funções militares, estes recebem 24% a mais do que aqueles que se encontram na reserva remunerada ou reformados.

Isso ocorre, segundo eles, porque a Gram corresponde a 62,5% da soma do soldo, da Gratificação por Habilitação Profissional e da Gratificação de Regime Especial de Trabalho (Gret). O valor ainda é incorporado no cálculo dos triênios — no caso de quem ingressou no funcionalismo público até o fim de 2021.

O Sistema de Proteção Social dos Militares estaduais, sancionada em dezembro de 2021, extinguiu o auxílio-moradia, e seu valor foi incorporado pela Gram. No entanto, o texto da lei prevê a alteração imediata para servidores da ativa e, no caso de quem estiver ingressando na reserva, optar pela incorporação da nova gratificação ou a manuteção da indenização de auxílio-moradia quando migraram para a inatividade, mas não explicita como seria para quem se aposentou antes da vigência da lei.

Outra ponderação feita pelos militares inativos que entraram com pedido de impeachment é que, no Sistema de Proteção Social dos Militares, a contribuição aumentou de 10,5% para 14% sobre todos os vencimentos. Os denunciantes estimam que, apenas com os cerca de 78 mil aposentados e pensionistas das duas forças militares, a arrecadação do Estado do Rio com a alíquota antiga era de R$ 1,49 bilhão por ano, levando em consideração contribuição média de R$ 1.470 por servidor. Em contrapartida, estimam que o custo médio da Gram seria de R$ 1,11 bilhão.

 

Fonte: Extra on line / Economia / Finanças

 

05/07/2022 - HOJE É DIA DO COMISSÁRIO DE POLÍCIA - PARABÉNS COMISSÁRIOS!

A Diretoria do SINPOL saúda os comissários de polícia em seu dia! Parabéns comissários! Que a luta para reconhecer esses policiais mais experiente, com apoio dos demais, seja valorizada pelo governo do estado.



24/06/2022 - LEI ORGÂNICA DA PCERJ NÃO ATENDE CATEGORIA

LEI ORGÂNICA DA POLÍCIA CIVIL  
”Troféu bizarro de um ardil quase perfeito”?


Por quase 200 anos, aguardamos ansiosos por esse dia

 

“Habemus” Lei Orgânica!

 

Apesar de um relativo avanço, uma tormentosa questão persiste. Até quando os anseios e expectativas da classe policial serão objeto de oportunismos e conveniências de pessoas ávidas por poder político e projeção pessoal?

Antes de mais nada, cabe deixar claro que se trata de uma vitória a consolidação da Polícia Civil como Secretaria de Estado (artigo 1º). Também parabenizamos nossos aguerridos peritos-papiloscopistas pela conquista de uma designação funcional mais adequada ao cargo (artigo 7º, §4º). Além disso, o advento da Superintendência-geral de Polícia Técnico-Científica (artigo 11, V) afigura-se salutar, representando, em nosso entendimento, o prenúncio da independência e, por conseguinte, da saída da perícia da estrutura da Polícia Civil, afinal somos a favor de um serviço pericial autônomo, independente e livre das amarras inerentes às polícias.

Em contrapartida, técnicos e auxiliares de necropsia (à semelhança dos investigadores) foram totalmente esquecidos, sendo apenas mencionados em um único artigo, cuja redação é, no mínimo, questionável (artigo 66, §único, II e III). A verdade é que precisamos desatar esse nó funcional envolvendo os citados colegas, pois só assim iniciaremos o gradual processo de transição de uma polícia de castas para uma polícia composta por uma carreira inclusiva e meritocrática. O foco não deve ser o delegado de polícia tão-somente, e sim a “base” da nossa Polícia!

 

Vale dizer, é “de baixo” para cima que começaremos uma verdadeira mudança na estrutura da corporação

E nesse sentido, foi desperdiçada uma ótima oportunidade de se valorizar e ceder espaços funcionais para nossos estimados comissários, os quais também foram “premiados” com uma única menção “honrosa” na Lei Orgânica (artigo 7º, §6º). Ou seja, a Polícia Civil, mais uma vez, deixa de dar o devido valor aos profissionais que, de maneira abnegada, dedicaram-se, por anos e anos, à função policial.

Ronda, plantão, transporte de presos, operação, reforço, prontidão, portaria da CIDPOL, carga de inquéritos e VPIs, RAS compulsório no Jecrim Maracanã, oitivas diversas, todo tipo de diligência e tantos outros afazeres são praticamente uma exclusividade dos inspetores e oficiais de cartório. Mas nem após serem promovidos por 6 classes, tais profissionais conseguiram obter o merecido reconhecimento institucional, mesmo já estando no final de suas carreiras. Gratificação de nível superior? Esqueçam! Nem pensar!

Realidade bem distinta é a da carreira de delegado de polícia. Com inúmeras e destacadas menções expressas na LO, a figura do delegado de polícia se consolida como o soberano absoluto da Polícia Civil. Se por força de um alegado poder divino o Rei Luís XIV dizia “o Estado sou eu”, o delegado de polícia pode agora dizer, com bastante tranquilidade e segurança, que “a Polícia Civil do RJ sou eu”.

Não pretendemos fomentar revanchismos, muito menos alimentar a surrada retórica da “luta de classes”, que busca antagonizar agentes e delegados, mas é absolutamente indiscutível que a LO é uma proclamação de poderes de uma única carreira, já que inspetores, oficiais de cartório, investigadores, técnicos e auxiliares de necropsia foram relegados a uma norma jurídica sem qualquer força cogente, como se tais tais profissionais, depois de tantas promessas políticas e compromissos exaustivos, devessem simplesmente se conformar com futuras e incertas regulamentações que, como todos nós sabemos, nunca ocorrerão, ou se ocorrerem, acontecerão sob os auspícios e anseios das autoridades policiais, sem qualquer chance de intromissão das demais carreiras do chamado quadro Pol.

 

Desde o começo, enxergamos a LO como uma nova aspiração, como uma forma de estruturar e capacitar a Polícia Civil para enfrentar os novos desafios que a realidade do século XXI está a impor a todas as instituições que lidam diretamente com a sociedade de um modo geral, conferindo liberdade de investigação aos agentes da Lei para que persigam e prendam não apenas traficantes e assaltantes, mas também políticos, secretários e empresários que corrompam a máquina pública, empobrecendo a população do RJ e, consequentemente, os próprios servidores públicos que são pagos para servi-la e protegê-la, inclusive dos maus políticos e servidores públicos.

 

Diversos deputados estaduais e ex-governadores foram investigados e presos. Nenhum deles pela Polícia Civil! Será que somos estruturados para proteger aqueles que fazem as leis que dizem nos estruturar e organizar, deixando-os imunes de nossas eventuais ações?

Não à toa, personagens de ocasião, em vez de se debruçarem sobre as temáticas inerentes a uma LO que aparelhasse e estruturasse a Instituição, desviaram o foco da atuação classista, despertando nos policiais falsas expectativas de que a LO iria trazer benefícios e vantagens para todos, como, por exemplo, um bom plano de saúde, incidência dos triênios sobre a GHP, gratificação de nível superior, majoração dos auxílios alimentação e transporte, dentre outros.

Mentirosos e farsantes! Todos sabiam que a LO não abordaria esses assuntos de crucial importância, os quais realmente interessam à categoria e seu bem estar, que obviamente implicam em  bem servir. E de fato a LO sequer amarrou a questão aos interesses da categoria.

Com discursos sedutores, quase sempre registrados em videos e fotos em companhia de deputados, alguns “líderes”, sem qualquer pudor e numa busca desmedida por projeção política própria e de seus padrinhos, concentraram esforços em tentar manipular os policiais com falas entusiasmadas e esperançosas sobre uma “praticamente certa” previsão de direitos básicos e fundamentais numa LO que nunca contemplaria quaisquer benefícios.

O mais adequado teria sido pugnar pelo envio de um projeto que, alterando a Lei 3.586 nos pontos de interesse, tramitasse simultaneamente com a proposta de LO.

 

Mas não! Preferiram induzir todos a erro e preconizar a contumaz ilusão

Resumindo a ópera: não houve qualquer progresso em termos de espaços funcionais para os agentes, não se assegurou nenhuma vantagem ou benefício para os agentes, a Polícia Civil continua sem ter uma base legal e sólida em termos funcionais para alcançar uma supremacia tecnológica frente a uma criminalidade  cada dia mais modernizada e audaciosa. A Instituição permanece sem ter diretrizes básicas de econometria, governança, compliance e ética.

Curiosamente, logo após a aprovação, diversas “lideranças”, classistas ou da ALERJ,  publicaram, em seus perfis, entusiasmadas mensagens comemorativas de uma tão sonhada LO, o que, muito em breve, deve se repetir com o governador apondo sua sanção. Ou seja, a LO será exibida como sendo um troféu bizarro de um ardil que só não será perfeito porque  todas essas pessoas que participaram da trama se esqueceram de que os policiais não são mais tão ingênuos a ponto de não perceberem a estratégia artificiosa em que se viram inseridos, tudo em troca de projeção política e ambição pessoal.

  

Outubro está chegando, e a justiça será feita.

 

Mais uma vez, teremos de aguardar por uma LO federal que não incorra nos mesmos erros, vícios e falhas, de modo que, enfim, tenhamos subsídios legais para aperfeiçoar e melhorar a nossa própria, se possível for.

Luiz Alberto Cutalo Prates

Presidente do Sinpol


21/06/2022 - SINPOL PRESENTE EM TODAS AS DISCUSSÕES DA ALERJ


SINPOL PRESENTE EM TODAS AS DISCUSSÕES  DA ALERJ

O SINPOL, através de seu representante, Luiz Prates (presidente), 
está presente na Alerj em todas as discussões e atos do Legislativo que 
visem defender e ampliar os direitos da categoria policial civil do RJ.

Na foto, Prates defende uma Lei Orgânica que beneficie mais a tiragem.







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