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12/09/2018 - SEM EFETIVO, ATENDIMENTO NAS DPs CONTINUA PRECÁRIO

 

EFETIVO PEQUENO, MAIOR PROBLEMA NAS DELEGACIAS

A equipe do SINPOL esteve nos últimos dias percorrendo as delegacias da Zona Sul e Central da cidade. Ontem, o Sindicato esteve no IML, DPCA, 1ª DP, 17ª DP, 18ª DP, 20ª DP, Depósito de Evidências, G2 (Garagem). Na 1ª DP Central do Brasil, o delegado titular, Cláudio Vieira, disse que o maior problema continua sendo o efetivo.

A delegacia opera com menos de 60% do efetivo ideal e até o fim do ano três policiais vão se aposentar. Vieira é a favor que os aposentados voltem a trabalhar, ocupando as vagas existentes. Reivindicação do SINPOL ao governo do Estado pede que os aposentados em condições de trabalho voltem ás delegacias para fazer serviços internos, assim como existe nas Forças Armadas e Polícia Militar.

Delegacia da Central do Brasil - pelo baixo efetivo, deixou de ser central de flagrantes

Falta de pessoal prejudica atendimento pelo DEDIC

Já na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), um policial que pediu para não ser identificado, disse que sua delegacia trabalha muito aquém do efetivo previsto no quadro funcional. Ele informou que o policial se desdobra em atender o balcão e os registros feitos on line (Dedic), prejudicando tanto o atendimento feito pela internet quanto o presencial. “Se os terceirizados ainda estivessem atendendo às partes, fazendo a triagem, poderíamos nos dedicar melhor nas apurações das inúmeras queixas que nos chegam” – afirma.

          
Sem agentes o programa DEDIC fica prejudicado
                                                                                                                                                                                            A equipe também esteve na 17ª DP São Cristóvão. Lá conversou com o chefe do GIC, comissário Parisser. Ele disse que há mais de 15 anos – quando trabalhou com Hélio Luz, ex-chefe de polícia do Rio – tinha proposto um plano de saúde pago pelo estado a todos os policiais e familiares. Pois quem morava no interior e Baixada dificilmente iria à capital para fazer uma consulta médica, diz Parisser. Sua idéia, hoje, era passar a Policlínica para uma operadora de plano de saúde, visando baratear os custos com assistência médica a todos os policiais e seus dependentes. “Administrando a Policlínica, com sua dotação orçamentária, a operadora de Saúde poderia oferecer um plano com mensalidades muito abaixo do mercado”, sugeriu.