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16/07/2018 - SINPOL VISITA CHEFIA DE POLÍCIA E DELEGACIAS PARA DISTRIBUIR JORNAL

 

SINPOL VISITA CHEFIA DE POLÍCIA E DELEGACIAS PARA DISTRIBUIR JORNAL

   A equipe do SINPOL – Berenaldo Lopes, Geordane de Souza e Lucas Marques visitou várias delegacias ouvindo os policiais, distribuindo o Jornal do Sinpol se colocando à disposição para os que tiverem reclamação trabalhista. Entre as delegacias visitadas estão: Chefia de Polícia, 4ª DP, DCAV (Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima) e Perícia – ICCE.

 

Equipe do Sinpol distribui jornal em frete a Chefia de Polícia

13/07/2018 - LEI ORGÂNICA DA PCERJ NÃO INCLUÍ COMISSÁRIOS

           Lei Orgânica da PCERJ deixa comissários de fora

               Por Cláudio J.C.Alves

Em recente reunião na Cidade da Polícia (20 de junho), os comissários fizeram duras críticas ao chamado "Sindpol" – que teve seu registro cassado pelo Ministério do Trabalho, portaria nº 33, de 20 de junho de 2018 – Publicada no D.O.U de 21 de junho –  e conseqüência da Operação Registro Espúrio da Polícia Federal, não poupando a Coligação que juntos nada fizeram para incluir os comissários na Lei Orgânica Estadual da Polícia Civil, projeto reapresentado à Alerj pelo deputado Zaqueu Teixeira/PSD, que tem o apoio da deputada Martha Rocha, ex-chefe de polícia do Rio, e presidente da Comissão de Segurança da Assembleia. 

Ambos os parlamentares são municiados de informações pelo suposto "Sindpol" (Suspenso) e pela Coligação que deram às costas para os policiais mais antigos e experientes do RJ –  Comenta o comissário e diretor da Unicompol, Franklin Bertholdo, que numa reunião da Coligação ano passado, na qual o suposto "Sindpol" estava presente, não pode se manifestar como representante classista.  O comissário, Nilson o Abençoado, também dirigente da Unicompol, reconheceu que o SINPOL sempre abriu espaço para as lutas dos comissários e que as outras duas entidades nada fizeram para sua categoria.                                                                                                    

                                        No projeto original, cargo não é contemplado

No projeto original, o cargo de comissário não é contemplado.  Os cargos de inspetor e oficial de cartório policial seriam transformados em “oficial de polícia” e seria criado o cargo de  “detetive de polícia”. A autoridade policial seria exercida pelo Delegado e pelo Piloto Policial, o que causou espanto entre a classe dos comissários, que pela Lei 4368/2004 tem atribuições específicas, como presidirem sindicâncias e emitir guia de remoção de cadáveres, na ausência do delegado. Os comissários não foram chamados para entregar sugestões. Agora, recentemente, a Comissão de Segurança da Alerj deu um prazo para a Unicompol apresentar sua pauta. 

“Ambos parlamentares são delegados e não querem a criação do cargo de comissário e a volta do escalonamento vertical, pois acreditam que  perderiam espaço, disse o comissário Luiz Otávio, diretor do SINPOL.

Para Franklin Bertholdo, diretor da Unicompol, o chamado "Sindpol" e a Coligação não gostam da categoria dos comissários e por este motivo ela foi excluída nas sugestões iniciais apresentadas ao Deputado Zaqueu Teixeira. Como o comissário é o ápice da carreira do grupo dos agentes da autoridade, a entidade ficou de se reunir com o parlamentar reivindicando a elevação do índice dos atuais 1.100 da Lei 3.586 para 1.500 na lei Orgânica que será apresentada ao plenário da Alerj. Franklin Bertholdo citou o SINPOL que sempre abriu as portas para as lutas dos comissários, acrescentando que é filiado ao SINPOL e não ao suposto sindicato que prejudicou os mais antigos policiais do RJ. Representando o SINPOL, compareceram à reunião, o diretor Luiz Otávio e o assessor de imprensa, Cláudio José.

           

Luiz Otávio (de pé), secretário-geral do SINPOL, insatisfeito com os parlamentares delegados que deram às costas aos comissários

12/07/2018 - SINPOL FAZ 155 ATENDIMENTOS JURÍDICOS EM 6 MESES

SINPOL tem 155 atendimentos jurídicos em 6 meses

            Nos últimos seis meses o Departamento Jurídico do SINPOL fez 155 atendimentos, com 33 ações encaminhadas ao Judiciário.  As ações impetradas na Justiça se referem às seguintes demandas: despejo, inventário, indenização por danos morais, negativação indevida nos órgãos de restrição ao crédito, exoneração e revisional de pensão, conversão de aposentadoria proporcional em integral, habilitação e restabelecimento de aposentadoria, defesa em SAD, Licença Prêmio não usufruída; Suspensão indevida de salários; Criminal: Habeas Corpus e Mandado de Segurança; Cíveis: Condominiais, Danos Morais, Obrigação de Fazer e não Fazer; Consumidor: Cobrança Indevida de luz, água, telefone e gás.

            O atendimento jurídico é feito pelos advogados, Dra Maria Goretti e Dr Victor Rairos às terças-feiras, entre 10h e 14h e as quintas-feiras, das 14h às 17h. O agendamento é feito pela secretaria do Sindicato.

Processos contra o Estado.

            GEAT – Gratificação Especial de Atividade (Ação com causa ganha que se encontra atualmente na Central de Cálculos Judiciais). Hora Extra e Adicional Noturno: atualmente se encontra para conclusão do juiz, aguardando a sentença.

Horas Extras e Adicional Noturno – Atualmente se encontra na conclusão para a sentença do juiz. Os interessados que queiram fazer parte do processo, devem se associar e trazer cópia da escala de serviço.

 

10/07/2018 - RIO: SÓ HÁ UM SINDICATO DE POLICIAIS CIVIS - SINPOL

Justiça Confirma

SÓ HÁ UM SINDICATO DE POLICIAIS: SINPOL

Ministério do Trabalho cassa registro do Sindpol

            O SINPOL foi criado pelos policiais civis após  as duas vitoriosas greves de 1993, quando na época só havia a Coligação (Como entidade maior) que traiu os companheiros nesses históricos movimentos, nada fazendo para efetivamente apoiar os policiais civis – daí surgiu o SINPOL! Todos os diretores e associados são policiais civis ao contrário do que se diz o chamado “Sindpol”, nas redes sociais, de que o SINPOL não representa os policiais civis: é um Fake News, uma balela para confundir a categoria.

188 Sindicatos  cassados na “ Operação Registro Espúrio”

Este “Sindpol” – que usa o CNPJ 32.360.935/0001-75 do Sindicato de Toadas as Categorias Policiais do RJ – está entre os 188 sindicatos que tiveram o registro suspenso pelo Ministério do Trabalho, Portaria nº 33, de 20 de junho de 2018, consequência da Operação Registro Espúrio da Polícia Federal, que cumpriu 23 de mandados de prisão e 64 de busca e apreensão em Brasília e outros 7 estados da Federação, envolvendo funcionários de alto escalão do MTE com políticos suspeitos de organizarem a “Farra da venda de Registros Sindicais”. A investigação e operação foi autorizada pelo ministro Edson Fachine, do STF. Outro desdobramento da Operação Registro Espúrio foi o afastamento do ministro do Trabalho, Helton Yomura, dia 5 de julho, pedida pela PF e Procuradoria Geral da República e aceita pelo ministro Fachine, relator do caso no Supremo.

Nosso Sindicato, em seus 25 anos de lutas e vitórias, nunca esteve sob investigação federal ou de qualquer outra espécie. Na listagem do Ministério do Trabalho, publicada no Diário Oficial da União de 21 de junho último, o cancelamento do registro do suposto sindicato aparece em 159º lugar, enquanto a do recém criado sindicato dos peritos, também suspenso, está na 165º colocação de registros suspensos. A maioria dessas suspensões ocorreu onde já havia outros sindicatos atuando, contrariando o artigo 8º da Constituição Federal que diz que na mesma categoria e base territorial só pode ter um único sindicato.

Juiz anula sua própria sentença

            O processo que o chamado Sindpol divulga a quatro cantos que ganhou do SINPOL (Processo nº 0100821-22.2017.5.010015) é outra balela: Fake News para confundir os policiais civis.   Na 15ª VT-RJ, o Juiz do Trabalho, Carlos Eduardo Diniz Maudonet, anulou sua própria sentença, de 5 de outubro de 2017, que dava ganho de causa aos pelegos. O SINPOL foi condenado à revelia sem chance de se defender. A notificação foi para um endereço onde o Sindicato não funciona há mais de cinco anos. Identificada a ma fé da “pelegada”, que forneceu ao juízo o endereço errado, o magistrado cancelou a sentença inicial.  

Fake News para confundir policiais

Quanto ao processo em Brasília, na 6ª Vara Federal do Trabalho, o SINPOL entrou com embargos declaratórios  para esclarecer pontos obscuros, omissões e contradições na lide do suposto sindicato. Aguarda o parecer da juíza. Novo Fake News: não há nada transitado em Julgado como divulgam. Essas falsas notícias são fruto do esquema bem planejado de atacar o SINPOL que não é vinculado a políticos e nem delegados.

 

      O Sinpol atende a categoria na Rua do Riachuelo nº 191-B - Centro do Rio

 

 

09/07/2018 - REGISTRO SINDICAL ERA "BALCÃO DE NEGÓCIOS"

REGISTRO SINDICAL ERA ‘BALCÃO DE NEGÓCIOS’

Afirmação é de procurador; novas denúncias contra setor do Ministério do Trabalho serão apresentadas


 Responsável pela ação que deu origem à Operação Registro Espúrio, o procurador da República Frederico Paiva, do Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF), considera que o setor de registro sindical no Ministério de Trabalho virou um “balcão de negócios”. Frederico Paiva afirma que novas denúncias sobre o caso vão ser apresentadas. — Ao que parece, a coordenação de registro sindical virou um balcão de negócios.

Diversos sindicatos têm procurado o Ministério Público e relatado atos ilegais praticados por estas pessoas — afirma o procurador. Na última quinta-feira, foi deflagrada a terceira fase da Operação Registro Espúrio, que teve como alvo o então ministro do Trabalho, Helton Yomura. De acordo com a Polícia Federal, Yomura agiria como “testa de ferro” dos interesses da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) e de seu pai, o ex-deputado Roberto Jefferson.

Cristiane foi impedida de assumir a pasta no início do ano, após a revelação de que fora processada por ex-funcionários na Justiça do Trabalho e que utilizava contas de uma outra funcionária para realizar o pagamento de suas condenações. Após ser afastado do cargo, por decisão do Supremo Tribunal Federal, Yomura pediu demissão. No seu lugar assumiu o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, que irá acumular os dois cargos até que o novo titular do Trabalho seja escolhido.

 

AÇÃO DE IMPROBIDADE NO TRABALHO

Frederico Paiva vem atuando desde o ano passado, na primeira instância, no combate às fraudes nos registros sindicais. Em julho, o procurador entrou com uma ação de improbidade contra quatro funcionários do Ministério do Trabalho.

O então secretário de Relações do Trabalho, Carlos Cavalcante Lacerda, o então coordenador-geral de registro sindical, Renato Araújo Júnior, a então chefe da divisão de registro sindical, Renata Frias Pimentel, e Leonardo Dias Cabral, que atuava como comissionado na pasta, respondem à ação. O grupo é acusado pela Procuradoria no DF de cometer irregularidades no processo de análise, concessão e publicação de registros sindicais solicitados por entidades de todo o país.

A ação faz referência, ainda, a outras infrações como o indeferimento de registro sindical a entidades que preenchiam os requisitos exigidos para o procedimento. Além da esfera cível, os ex-funcionários do ministério também são alvo de investigação criminal por suspeita de formação de organização criminosa, que atuaria na pasta para atender interesses de políticos de PTB e Solidariedade nos processos de registros sindicais em troca de propina.

Como a investigação criminal acabou esbarrando em parlamentares com foro privilegiado, o caso foi remetido ao Supremo e deu origem à Operação Registro Espúrio.


Mateus Coutinho - O Globo

06/07/2018 - RAS PODE SER PAGO AINDA HOJE, DIZ GOVERNO

GOVERNO PROMETE PAGAR RAS 

O governo do estado anuncia que o RAS dos policiais civis deve ser pago ainda hoje. Fontes do governo disseram que serão beneficiados 3.391 agentes da Polícia Civil que estavam sem receber a gratificação. Os pagamentos serão regularizados até maio deste ano, segundo a Secretaria Estadual de Fazenda.

O SINPOL esteve com o governador mês passado e cobrou o RAS e a premiação por metas dos policiais que não é paga desde 2016. Enfim, a insatisfação da categoria começa a diminuir com o SINPOL sempre presente nas reivindicações dos policiais.

05/07/2018 - STF AFASTA MINISTRO DO TRABALHO, ALVO DA OPERAÇÃO REGISTRO ESPÚRIO

STF AFASTA MINISTRO DO TRABALHO, ALVO DA OPERAÇÃO REGISTRO ESPÚRIO

Helton Yomura é apadrinhado político do ex-deputado Roberto Jefferson e de sua filha, a deputada Cristiane Brasil. Pai e filha foram alvos das primeiras fases da operação


O ministro do Trabalho Helton Yomura é um dos alvos da terceira fase da Operação Registro Espúrio deflagrada nesta quinta-feira. Além de ser alvo de busca e apreensão, a Polícia Federal e a Procuradoria-geral da República pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) o afastamento de Yomura do ministério. A medida foi aceita pelo ministro Edson Fachin, relator do caso na corte.

A ação é um desdobramento da operação Registro Espúrio que investiga desvios no Ministério do Trabalho relacionados à concessão do registro sindical. Yomura é apadrinhado político do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) e de sua filha, a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ). Pai e filha foram alvos das primeiras fases da Registro Espúrio.

A terceira fase da Operação Registro Espúrio, segundo a PF, tem como objetivo de "aprofundar as investigações a respeito de organização criminosa que atua na concessão fraudulenta de registros sindicais junto ao Ministério do Trabalho."

Além de buscas no MTE, a PF cumpre mandado de busca no gabinete do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP).


Fonte: O Dia

 

04/07/2018 - ESTADO DO RIO CONVOCA 1.380 APROVADOS PARA A PM E CIVIL

ESTADO DO RIO CONVOCA 1.380 APROVADOS PARA A PM E CIVIL

Concursados devem ser chamados até sexta-feira, incluindo 96 papiloscopistas

 

 A chamada de reforço para a Segurança Pública do Rio enfim sairá do papel. Até a próxima sexta-feira, 1.380 candidatos aprovados em concursos para a Polícia Militar serão convocados pelo governo estadual a ingressar no Curso de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), em Sulacap. Os 96 papiloscopistas que fizeram a Acadepol também passarão a integrar a Polícia Civil: as nomeações estão previstas para esses dias.

Do total de 1.380 chamados para a PM, 1.159 são do concurso de 2014; 100 passaram pela mesma seleção, mas garantirão suas vagas por liminares ou sentenças; e outros 121 serão convocados também por determinação da Justiça. 

Com isso, a corporação terá mais 1.045 homens e 335 mulheres. Após a conclusão do curso de formação, em 2019, todos já estarão atuando em diversas regiões do estado.

Ontem, na cerimônia de entrega de 265 viaturas à Polícia Militar, o secretário de Segurança, general Richard Nunes, citou a chamada de mais de mil concursados que estão na fila de espera. Ele lembrou ainda que, apesar do Regime de Recuperação Fiscal do Rio (RRF), exceções são previstas para a área.

"Finalmente conseguimos desatar o nó de anos para que a PM possa chamar mais de mil candidatos aprovados em 2014, e a Polícia Civil com os papiloscopistas. Isso tem sido um trabalho árduo porque a intervenção federal na área de Segurança Pública se sobrepôs à recuperação fiscal", declarou o militar.

Reposição de cargos

Como a Coluna informou em 27 de maio, o governo está autorizado a repor cargos na Segurança, Educação e Saúde. A exceção é para casos de vacância por morte e aposentadoria que ocorreram a partir da adesão do Rio ao regime - em setembro de 2017.

Questionado sobre o aval às contratações nas polícias Militar e Civil, o Conselho de Supervisão da recuperação fiscal explicou que não há impedimento. "A nomeação, desde que haja vacância, é permitida pela lei que instituiu o RRF, não havendo necessidade de aval do Conselho".

Fonte:  Paloma Savedra – O Dia



NOTA DO SINPOL:

O Sindicato tem tradição em defender os aprovados de todos os concursos da Polícia Civil. O SINPOL tem cobrado do governo e da Chefia de Polícia a convocação desses 96 papiloscopistas, assim como os 248 aprovados do concurso de oficial de cartório da seleção de 2015 e os 400 aprovados do concurso de investigador de 2005. Outros 220 oficiais de cartório aguardam chamada para o curso de formação na Academia de Polícia (Acadepol).

28/06/2018 - NOSSOS PÊSAMES À FAMÍLIA DE EDUARDO FREIRE

NOTA DE PESAR

A Diretoria do SINPOL manifesta seu mais profundo pesar pela morte do policial civil, Eduardo Freire Pinto Gudes Filho (Conhecido como Paquetá), 47, ontem (27/06), na porta de casa. Paquetá foi vítima de um assalto. Um combatente e excelente profissional de polícia. Ele deixa esposa e um casal de filhos, um maior de idade e uma menina menor. Eduardo Freire era lotado na Coordenadoria de Fiscalização de Armas e Explosivos (CFAE). O SINPOL está à disposição da família para o que for necessário.



21/06/2018 - UM GOVERNO QUE FEZ ESCOLA

NOTA DO SINPOL

Este texto do ex-Secretário de Saúde de Brizola, publicado hoje no JB, marca os 14 anos da morte de Brizola, mostrando a importância do grande líder trabalhista. Brizola foi conhecido pela atenção à educação, deixando ao fim de seu 2º mandato no Rio 508 Cieps. Comparado aos últimos governantes do Rio, não há como não sentir falta dele. Quando hoje, os jornais noticiam helicópteros sobrevoando áreas onde vivem as pessoas pobres, com tiroteios cerrados, matando inclusive crianças, na época de Brizola, os helicópteros levavam caixas d’água para as comunidades. Que diferença e que falta ele faz!

Jornal do Brasil - 21/06/2018

EDUARDO COSTA*


O desastre completo do Governo do Estado do Rio de Janeiro, tanto político como administrativo, tornou-se emudecedor, a ponto de não haver concretamente alguém a dizer alguma coisa sobre o que fazer desse monstro entorpecido.

Enquanto isso, o governador, constrangido, discute como atender a requisitos para normalizar suas contas com um governo federal ilegítimo e antinacional, que destrói bases políticas, econômicas e administrativas acumuladas durante décadas de história do Brasil. Convém lembrar que a arbitrária liquidação do Banerj, que foi o primeiro passo para inviabilizar soluções financeiras inovativas no âmbito do estado, teve o aval de Moreira Franco, do governo Sarney e de seus associados.

Ademais, nunca esteve tão clara a desorientação e subordinação do Poder Judiciário à sua própria pauta de soluções constrangedoras para a democracia, tão pontuais quanto equivocadas. Com suas vaidades e interesses revelados, não se envergonham de retirar do cenário eleitoral o candidato mais popular do país e de rejeitarem a impressão do voto, apesar dos achados da Comissão de Peritos Criminais Nacionais demostrarem que nossa urna eletrônica é, sim, violável.

Nesse descalabro geral estamos já cansados de ouvir: “Que falta faz o Brizola”! Mas se a presença de Brizola é, hoje, mais reclamada por sua autoridade moral e política, menos se fala do papel educativo que exerceu para apontar o rumo das administrações de governo na redemocratização do país. Ou seja, considero que os governos de Brizola no Rio de Janeiro foram uma original “Escola de Governo” – popular e democrático.

Impressionante seria se listássemos o que Brizola fez, paralelamente, à área educacional, à qual toda a população foi testemunha de seu compromisso nas eleições de 1982. “A educação pública é da natureza do trabalhismo”. Não é fácil, pois, desmentir que o governo Brizola “só fez escola”.


Quem, no Rio de Janeiro, não vibrou quando viu helicópteros transportanto caixas d’água para as favelas – para colocá-las no topo dos morros? Ações como essa, além do programa de controle de doenças, particularmente a paulada que demos no sarampo, e o envolvimento comunitário nas ações e outras medidas permitiram diminuir a mortalidade infantil em 25% em três anos, quando pela primeira vez subia no Brasil.

No início de 1984, organizei um grupo de trabalho para traçar um programa de “Verão” para a Secretaria de Saúde, em virtude do deslocamento de dois milhões de habitantes para a Região dos Lagos e suas consequências para a saúde. Levei-o a ele, incluindo o projeto para quatro ambulâncias com capacidade de funcionar como teatro cirúrgico de emergência e um helicóptero de resgate (anos antes de qualquer empresa privada ou pública de saúde no Brasil). Ele examinou e disse “quatro, não, Eduardo! Porque não 60?”. Revolucionamos, assim, o atendimento público, a partir daquela nossa boa memória trabalhista atualizada do que era o Samdu, público e universal!

Numa manhã, me chamou cedo pelo telefone vermelho, porque vira na capa do JB e de “O Globo”, uma nota pequena que noticiava que o secretário de Saúde havia assinado uma portaria que proibia a comercialização de sangue no estado. Para fortalecê-la, encaminhou pela liderança do PDT um projeto de lei que referendava a portaria. Como ele dizia, era um bom exemplo do processo civilizatório que o Brasil precisava. Depois, virou lei federal.

Entre tantas memórias, uma bem interessante foi a que ocorreu no dia em que Tancredo, Ulisses, Montoro e muitos vieram para um jantar com o governador, no Rio, para selar entendimentos sobre as eleições indiretas, já que as “Diretas, jᔠnão tinham passado.  Nessa ocasião, tentava atracar no porto um navio para desembarcar toneladas do gás de Bhopal (produto da Dow Chemical causador de desastre na cidade indiana com esse nome). Disse que não autorizasse, com o que ele concordou. Esse navio tentaria, depois, descarregar a carga em São Paulo, mas Montoro repetiu a medida de Brizola. Acabou voltando para os Estados Unidos, sua origem, onde a população impediu que desembarcasse lá também.

O resultado final da gestão econômica do segundo governo Brizola parece ter passado desapercebido a quem não queria ver. Para tanto articulamos para reativar as compras da Petrobras nos estaleiros do estado e exercemos pressão política para que derivasse o gás da Bacia de Campos para as indústrias fluminenses. O programa “Rio Paraíso” da micro e pequena empresa abria as necessidades de grandes empresas estatais para que as iniciativas tecnológicas e pequenos produtores resolvessem seus problemas no estado, em vez de comprar em licitações internacionais. Tudo ao contrário das receitas neoliberais que prevaleceram depois de Brizola.

O governo, acusado pelos “modernos” de jurássico, pois lutou contra as patentes de alimentos e medicamentos no formato proposto pelos governos Collor-FHC, cresceu seu PIB no quinquênio 91/95 a uma taxa de 5%, enquanto São Paulo e o país, como um todo, cresceram 2,5%.

Como não registrar que as obras públicas não produziam os escândalos e atrasos conhecidos? A exemplo, a Passarela do Samba e a Linha Vermelha, realizadas em tempo recorde. Para tudo isso, Brizola soube escolher seus vices: Darcy Ribeiro e Nilo Batista. O que aprendemos está hoje disperso por aí, todos os partidos quiseram absorver quadros do PDT que foram picados pela “mosca azul” ou que dissentiram, e isso foi facilitado após sua morte, pela desorientação do partido que nos legou.

* Ex-secretário de Saúde do governo Leonel Brizola (em homenagem aos 14 anos da morte de Brizola, em 21 de junho de 2004)

20/06/2018 - LEI ORGÂNICA DE ZAQUEU TEIXEIRA DEIXA COMISSÁRIOS DE FORA

Comissários se reúnem e não querem ficar de fora da Lei Orgânica da PCERJ que será apresentada à ALERJ

Foi realizada hoje (20/06), na sala de situação da Cidade da Polícia uma reunião dos comissários, organizada pelo diretor da Unicompol (União dos Comissários de Polícia), visando incluir o cargo de comissário no Projeto de Lei Orgânica da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro de autoria do deputado Zaqueu Teixeira (PSD). No projeto original, o cargo de comissário não é contemplado. O projeto tem o apoio da deputada Martha Rocha, ex-chefe de polícia do Rio.


Os cargos de inspetor e oficial de cartório policial seriam transformados em “oficial de polícia” e seria criado o cargo de  “detetive de polícia”. A autoridade policial seria exercida além do Delegado pelo Piloto Policial, causando espanto entre a classe dos comissários que pela Lei 4368/2004 tem atribuições específicas como presidir sindicâncias e emitir Guia de remoção de cadáveres na ausência do delegado.

Para Franklin Bertholdo, diretor da Unicompol, o Sindpol e a Coligação não gostam da categoria dos comissários e nas sugestões que apresentaram ao Deputado Zaqueu Teixeira, excluem a categoria de 900 comissários de polícia. Como o comissário é o ápice da carreira do Grupo dos agentes da autoridade, a entidade vai se reunir amanhã com o parlamentar reivindicando a elevação do índice dos atuais 1.100 da Lei 3.586 para 1.500 na lei Orgânica que será apresentada ao plenário da Alerj.Franklin Bertholdo citou o SINPOL que sempre abriu às portas para as lutas dos comissários, acrescentando que é filiado ao SINPOL e não ao outro “sindicato” que prejudicou sua categoria.


Outro comissário integrante da direção da Unicompol, Nilson Abençoado, também falou aos presentes que tanto o chamado Sindpol quanto a Coligação, por algum motivo, deixaram de incluir os comissários no projeto que Zaqueu Teixeira vai reapresentar na Assembleia Legislativa. Assim a categoria ficaria nivelada com a nova nomenclatura, Oficial de Policia. Eles querem “oficial de polícia especial” ou “comissário especial” que, assim sendo reconheceria toda uma vida dedicada à sociedade e à Polícia Civil.

O comissário Luiz Octávio, secretário geral do SINPOL, representou o Sindicato junto com o assessor de imprensa, Cláudio José Alves. Luiz Octávio se colocou à disposição dos colegas que queiram se reunir no SINPOL ou Clube Municipal, conclamando a união da classe para alcançar seus objetivos.

18/06/2018 - NOVA DIRETORIA DO SINPOL TOMOU POSSE NA ÚLTIMA SEXTA

A solenidade de posse da nova diretoria do SINPOL, eleita no dia 29 de maio, reuniu quase 100 pessoas na sede do Sindicato no último dia 15 de junho. Entre os convidados, policiais civis, sindicalistas e familiares da diretoria.

(E) Luiz Otávio, Dayse Rocha, Fernando Bandeira, Leonardo Motta e Luiz Prates, compuseram a mesa de posse da nova diretoria do SINPOL para o quadriênio 2018/2022 

Após a cerimonia de posse realizada pela comissão eleitoral, foi dada a palavra para os membros da chapa que compuseram a mesa. Todos os diretores eleitos conclamaram a unidade dos policiais civis em torno das lutas travadas pelo SINPOL desde 1993. 

Policiais Civis, Sindicalistas e familiares dos diretores eleitos assistem a cerimônia de posse realizada na sede do SINPOL

Fernando Bandeira, presidente eleito, ressaltou que a ação da diretoria será norteada pela defesa dos direitos e organização da categoria, por uma gestão transparente e democrática. Bandeira mencionou a perseguição que ele  e o SINPOL vêm sofrendo nos últimos anos, principalmente após a histórica greve de 2013 da Segurança Pública, quando graças ao carro de som que o SINPOL conseguiu com o SindvigRio, a assembleia geral dos PMs, Bombeiros e PCs foi realizada com sucesso atraindo para a Cinelândia cerca de 20 mil servidores da Segurança Pública.

O presidente Bandeira também lembrou da invasão que o Sindicato sofreu há mais de quatro anos, quando nove policiais civis entraram no SINPOL e prenderam indevidamente quatro sindicalistas que ali estavam discutindo o Dia Nacional de Lutas com a participação de vários sindicatos. Na 5ª DP o delegado Bonfim registrou a ocorrência como "caso atípico", uma forma de não punir esses policiais que invadiram o Sindicato a mando da ex-chefe de polícia e atual deputada pelo PDT, Martha Rocha, diz Bandeira.

Comissão eleitoral composta por sindicalistas e advogados dão posse a nova diretoria eleita

Já o secretário geral, Luiz Otávio Antunes, ressaltou que "Bandeira é um homem extremamente corajoso e jamais foi subserviente aos poderosos de plantão. Nunca foi lacaio de delegado." Disse ainda que precisamos lutar por um Plano de Saúde pago pelo estado. Os promotores, juízes e desembargadores tem esse direito. Até os guardas municipais têm seu plano de Saúde! Nós também somos servidores do estado e a nova diretoria vai brigar por isso, disse o comissário da ativa, Luiz Otávio.

Por outro lado, o tesoureiro eleito, Leonardo Motta, fez um histórico das lutas do SINPOL que participou e organizou as maiores greves da Polícia. Lembrou das perseguições sofridas por ele próprio e pelo presidente Bandeira, que sempre esteve à frente das grandes mobilizações por mais direitos e melhores salários dos policiais.Leonardo se referiu também aos delegados que tratam o policial como seu funcionário e não como servidor do estado.

Já a diretora Daisy Rocha mencionou a atuação do SINPOL contra o pacote de maldades do governo que queria retirar benefícios dos servidores. A pronta atuação do Sindicato no Colégio de Líderes da Alerj, em 2017, foi fundamental para manter o Triênio e a Licença Especial do policial que o governo ameaçou retirar em função do Ajuste Fiscal. Daisy ainda conclamou a união da categoria em torno do Sindicato para a manutenção dos seus direitos, sempre ameaçados.

13/06/2018 - NOVA DIRETORIA DO SINPOL TOMA POSSE NESTA SEXTA, DIA 15/06, ÀS 14H

POSSE DA NOVA DIRETORIA SERÁ NESTA SEXTA, DIA 15,  ÀS 14H, NA SEDE DO SINDICATO

 

Os 21 diretores do SINPOL tomam posse nesta sexta-feira, dia 15/06, às 14 h, na sede provisória do SINPOL na Rua Riachuelo n° 191-B – Centro do Rio. A Eleição vitoriosa da Chapa 1 “Avante na Luta”, aconteceu dia 29 de maio. Duas chapas se registraram e concorreram. A Chapa 1, encabeçada pelo comissário, Fernando Bandeira e a Chapa 2, tendo à frente, o inspetor Roberto Varelo.  

A nova diretoria convoca os associados para a posse e demais policiais que queiram participar. Após a solenidade haverá um coquetel.

A eleição e a apuração foram realizadas no mesmo dia 29, em quatro locais de votação: Centro – Rua do Riachuelo 191 B (Sede do Sinpol); Niterói – Av. Amaral Peixoto 300, Sl. 1.105; Cascadura  – Rua Nerval de Gouveia, 319 (União dos Policiais) e Campo Grande  – Rua Albertina nº 70 (Próximo à Estação).

Após a apuração, a Chapa 1 teve 60% dos votos, com 60 votos contra 41 da outra chapa.

O resultado nos locais de votação ficou assim:

Centro  – 33 X 26; Cascadura  – 12 X 8; Campo Grande  – 8 X 3;               e Niterói - 7 x 4

Votaram 101 associados e não houve votos brancos ou nulos.

 

(E) Bandeira, Prates, Mário Castelhano, Luiz Octávio, Daisy Rocha, Flávio Amaral e Luigi

A nova diretoria ficou assim constituída:

Presidente -  Fernando Antonio Bandeira (Comissário)

Vice-Presidente - Luiz Alberto Cutalo Prates (Inspetor)

Secretário Geral - Luiz Otávio Antunes (Comissário)

Secretário Adjunto - Renato Saldanha Alvarez (Comissário)

Tesoureiro Geral - Leonardo Motta de Faria (Inspetor)

Tesoureiro Adjunto - Daisy Lourdes Corrêa da Rocha (Oficial de cartório)

 

SUPLENTES:

Humberto Giudice Fittipaldi Filho

André Luigi Nunes Bazoli

Marcius de Carvalho Pereira

 

CONSELHO FISCAL – EFETIVO:

Mario Castellano

Flavio Antonio Azedo do Amaral

Jonathas Simples de Oliveira Junior

 

SUPLENTES:

Pedro Jesuino Ferreira

Raimundo Nonato Melo

Valter Escarlate

 

CONSELHO DE ÉTICA E DISCIPLINA

Natalício Ferreira de Araújo

Tadeu Pitanga da Silva

Gilson Rodrigues

 

SUPLENTES

Geraldo Ferreira

Gabriel Baptista da Rosa

Neirrobson Malheiros da Silva




13/06/2018 - NOTA DE PESAR PELO FALECIMENTO DO COLEGA ELLERY RAMOS DE LEMOS

A Diretoria do SINPOL manifesta seu mais profundo pesar pelo falecimento do colega inspetor de policia ELLERY RAMOS DE LEMOS, chefe de serviço da Delegacia de Combate às Drogas. Sua morte ocorreu durante uma operação policial ocorrida na favela de Acari, nesta terça (12).

Policial civil Ellery de Ramos Lemos foi baleado e morto em Acari (Foto Reprodução)

Desde já, rogamos a Deus que proporcione conforto e paz a todos os seus familiares.

 

Pela Diretoria

 

FERNANDO BANDEIRA

 

Presidente

30/05/2018 - CHAPA 1 VENCE ELEIÇÃO NO SINPOL COM 60% DOS VOTOS

CHAPA 1 VENCEU  ELEIÇÃO NO SINPOL COM 60% DOS VOTOS

Com 60% dos votos válidos, a Chapa 1, AVANTE NA LUTA, liderada pelo atual presidente, comissário Fernando Bandeira, venceu a Eleição para o Sindicato com 60 votos. A chapa derrotada (Chapa 2), encabeçada pelo Inspetor Roberto Varelo, teve 41 votos.

Associados votam na Sede do SINPOL na Rua Riachuelo - Centro

A eleição e a apuração foram realizadas ontem, dia 29/05, em quatro locais de votação: Centro – Rua do Riachuelo 191 B (Sede do Sinpol); Niterói – Av. Amaral Peixoto 300, Sl. 1.105; Cascadura  – rua Nerval de Gouveia, 319 (União dos Policiais) e Campo Grande  – Rua Albertina nº 70.

O resultado nos locais de votação ficou assim:

Centro  – 33 X 26

Cascadura  – 12 X 8

Campo Grande  – 8 X 3

Niterói - 7 x 4

Votaram 101 associados e não houve votos brancos ou nulos.

Fiscais das duas Chapas fiscalizaram o inicio e o encerramento do pleito

Os policiais civis do Rio de Janeiro estão de parabéns. Participaram democraticamente do processo eleitoral que elegeu a chapa, que para eles, é a melhor que pode representar os policiais nos debates e enfrentamento direto com o governo para melhores condições de trabalho e de salários.

Diretores eleitos agradecem a confiança dada a chapa 1

Para o atual presidente, Fernando Bandeira, o resultado indica que os associados do SINPOL reconhecem o trabalho desenvolvido nos últimos anos pela atual diretoria. “As eleições foram limpas e transparentes – disse Bandeira, presidente reeleito. Ao fim, na feitura da Ata da Eleição, assinaram os fiscais das duas chapas, sendo que os representantes da oposição, não apontaram nenhum erro no transcorrer do pleito.

Os diretores eleitos agradecem a confiança que foi dado a Chapa 1. Agora é importante que todos acompanhem de perto o trabalho desta diretoria eleita para o quadriênio 2018 - 2022, pois tems a responsabilidade de representar à categoria e continuar a luta de 24 anos do SINPOL.



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