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25/05/2018 - ELEIÇÕES SINPOL

18/05/2018 - JUIZ ANULA SENTENÇA QUE DETERMINAVA SINPOL NÃO REPRESENTAR POLICIAIS CIVIS

  ANULADA SENTENÇA, SINPOL CONTINUA REPRESENTAR POLICIAIS CIVIS

                                Má fé do chamado "sindpol" induziu Justiça a erro

O suposto sindicato (Sindpol) que diz representar os policiais sofreu uma grande derrota anteontem na Justiça - 16/05 -  por ter induzindo o Judiciário a erro contra o SINPOL. Processo nº 0100821-22.2017.5.010015.

O Juiz do Trabalho, Carlos Eduardo Diniz Maudonet, da 15ª VT, anulou sua própria sentença, de 5 de outubro do ano passado, que dava ganho de causa numa ação do chamado “sindpol” que determinava ao SINPOL não representar os policiais civis como sindicato e nem manter o site de notícias à categoria. O SINPOL não foi notificado do processo e não teve chance do seu dever constitucional de defesa. Foi injustamente condenado à revelia.

Através do Departamento Jurídico, entrou com embargos de declaração na mesma 15ª VT argüindo a nulidade processual por vício de citação, mostrando ao juiz a má fé do “sindicato” autor. Além de declarar nula a sentença, o juiz determinou a reinclusão na pauta de instrução de nova audiência inicial, intimando-se as partes, inclusive quanto ao presente despacho.

SINPOL FOI PROCESSADO SEM RECEBER  NOTIFICAÇÃO JUDICIAL

Só tomou conhecimento de que estava sendo processado e condenado à revelia porque ao verificar o site do chamado sindpol deparou-se com a seguinte notícia, em letras garrafais: “ SINPOL IMPEDIDO JUDICIALMENTE DE FALAR COMO REPRESENTANTE DOS POLICIAIS CIVIS.” O SINPOL sequer foi citado e ao verificar o processo, constatou que o encaminhamento da notificação foi para um imóvel onde não funciona o sindicato: Rua da Glória 24 (Endereço antigo).

Enquanto o SINPOL funciona desde 2013 na Rua Riachuelo nº 191 – Centro do Rio. Endereço amplamente conhecido da categoria – onde atende os policiais e seus associados – e divulgado constantemente pelo site www.sinpol.org.br , Jornal do Sinpol e mídias sociais. Feita a Justiça, o SINPOL continua sendo o legítimo representante dos policiais civis, atuando em defesa da categoria desde março de 1993, com carta sindical do Ministério do Trabalho, expedida há 25 anos.


Da Redação: Cláudio Alves

 

 

 

 


17/05/2018 - SINPOL PEDE CONCURSO URGENTE PARA A POLÍCIACIVIL

De acordo com a Lei Estadual 699/1983 (Lei Bandeira), a Polícia Civil do Rio deveria contar com 23 mil policiais. Contudo, apenas 9.413 integram a corporação, atualmente. Ao todo, são 3.181 oficiais de cartório e 2.555 investigadores a menos do que a legislação prevê.

A maior defasagem é a do cargo de inspetor: faltam 6.717 agentes.

Para suprir essa carência, o estabelecimento de um cronograma de concursos públicos é emergencial. "Esse efetivo pequeno dificulta muito o papel primordial da Polícia Civil que é a investigação. Sem isso, não tem como o Ministério Público pedir ao juiz que condene o criminoso. Assim, muitos crimes acontecem e não tem condenação. Então, é necessário que haja mais concursos para Polícia Civil", exclama o presidente do Sinpol-RJ, informando que um policial trabalha por três.

Hoje, a corporação ainda aguarda a convocação dos 248 aprovados do concurso de oficial de cartório e dos 96 papiloscopistas da seleção de 2015. Outros 220 oficiais de cartório aguardam chamada para o curso de formação na Academia de Polícia (Acadepol).

11/05/2018 - SINPOL FAZ ELEIÇÃO DIA 29/05 COM DUAS CHAPAS

ELEIÇÃO NO SINPOL SERÁ DIA 29 COM QUATRO LOCAIS DE VOTAÇÃO

Apenas duas chapas se inscreveram para concorrer à Eleição do SINPOL que será realizada no próximo dia 29 de maio, das 9h às 17h. A chapa 1 da atual diretoria, “Avante na luta” encabeçada pelo comissário, Fernando Bandeira, e a chapa 2 encabeçada por Roberto Varello, “oposição em ação”.

O processo eleitoral foi amplamente divulgado no site e o Edital, convocando às eleições, publicado no jornal O DIA, de 27 de abril de 2017, cumprindo assim todos os trâmites exigidos. A composição das chapas e o Edital estão afixados em local de fácil visibilidade no SINPOL.

De hoje (11/05) a 14 de maio é o prazo para apresentação de impugnação de chapa que será analisada pela Comissão Eleitoral.

Haverá quatro locais de votação:

Sede – Rua Riachuelo nº 191-B, Centro – RJ

Campo Grande – Rua Albertina nº 70 (Próximo da Estação)

Cascadura – Rua Nerval de Gouvêa nº 319 (União dos Policiais), perto da Estação.

Niterói –  Av. Amaral Peixoto nº 300, Sl. 1.105 (Frente à Estação das Barcas)

Sede do SINPOL na Rua Riachuelo nº 191 - B, Centro do Rio

 

09/05/2018 - PRESIDENCIÁVEL CIRO GOMES RECEBIDO POR SINDICALISTAS NO SANTOS DUMONT

CIRO TEVE CALOROSA RECEPÇÃO DE SINDICALISTAS NO SANTOS DUMONT

 Ciro Gomes foi recebido com entusiasmo por sindicalistas e pedetistas no aeroporto

Os sindicalistas do PDT, com a participação de vários sindicatos, entre eles o SINPOL, SINDAUT, SINDVIGRIO, SINTELMARK, , SINDBANCÁRIOS, estiveram ontem no Aeroporto Santos Dumont, recepcionando o candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes. Ciro falou da tragédia do Governo Temer que esqueceu dos pobres e mais humildes.

 – um governo antipovo, anti-pobre, antinacional. Vai ser uma mancha que terá de ser apagada da história desse país. 

O presidente do SINPOL e do Movimento Sindical do PDT, Fernando Bandeira, recebeu o presidenciável, fazendo as honras dos sindicalistas pedetistas. Ao chegar, no desembarque A, Ciro Gomes deparou-se com uma grande faixa o recepcionando com os dizeres: Sindicalistas do PDT saúdam o futuro presidente Ciro Gomes.

Questionado, disse que derrubaria a Reforma Trabalhista desse governo ilegítimo.

– Não há país livre sem sindicatos fortes e trabalhadores protegidos, disse o presidenciável Ciro Gomes.

– Sem uma classe trabalhadora organizada, politizada ao redor de sindicatos fortes e prestigiados não há sociedade que se possa dizer civilizada.

Na presidência, Ciro foi enfático: – Está definitivamente decretada o fim da Reforma Trabalhista!

      À direita, Bandeira, presidente do Sinpol segura a faixa com outros sindicalistas do PDT


Sindicalistas, correligionários e membros do PDT lotaram o desembarque do Santos Dumont

Veja o vídeo produzido por Fernando Salinas:

https://www.youtube.com/watch?v=pBxw9TCCSbU&spfreload=5

26/04/2018 - ASSOCIADOS DO SINPOL TEM ATENDIMENTO DENTÁRIO GRATUITO

Associados do SINPOL têm dentista gratuito

 Os associados, diretores, funcionários e seus dependentes têm direito a tratamento dentário gratuito padrão em consultório no Centro e Campo Grande, graças a convenio feito entre o SINPOL e o consultório do Dr.Givago Yuri. Para os casos mais complexos como blocos, implantes, entre outros, haverá um preço bem abaixo do mercado.                                          Estarão cobertos obturações, extrações, restaurações, tratamento de gengiva, tratamento de canal de canino, além de outros procedimentos cirúrgicos.

 Os interessados devem pegar encaminhamento na secretaria do Sindicato. Horário das 8h às 17:00h, de segunda a sexta-feira. Tel: 2224-9571


24/04/2018 - POLÍCIA CIVIL TRABALHA COM BAIXO EFETIVO

Jornal Extra - Domingo 22 de abril de 2018



 


19/04/2018 - CONCURSO POLÍCIA CIVIL-RJ: SEM AGENTES, APENAS 8% DOS CRIMES SÃO INVESTIGADOS

CONCURSO POLÍCIA CIVIL-RJ: SEM AGENTES, APENAS 8% DOS CRIMES SÃO INVESTIGADOS

Sem 13 mil agentes, a Polícia Civil do Rio de Janeiro tem o quantitativo de crimes cada vez menos apurados.

Sem concursos Polícia Civil-RJ e com a carência de agentes, materiais e viaturas, os crimes no Rio de Janeiro são apurados cada vez em menor quantidade. Essa é a visão do Sindicato dos Policiais Civis do Estado. Em entrevista exclusiva à FOLHA DIRIGIDA, o presidente do Sinpol-RJ, Fernando Bandeira, confirmou que sem servidores apenas 8% das investigações são feitas.

A falta desse serviço basilar da Polícia Civil impacta na solução dos crimes do estado, que crescem diariamente. "Não tendo os policiais nas delegacias, as investigações, como roubo e homicídio, não são apuradas totalmente. As viaturas também estão sem combustível, sem manutenção, enguiçadas. As dificuldades hoje não são apenas no efetivo, como nas condições de trabalho", relata Bandeira.


Fernando Bandeira: "sem policiais, crimes
não são solucionados" (Foto: Divulgação)

De acordo com a Lei Estadual 699/1983, a Polícia Civil do Rio deveria contar com 23 mil policiais. Contudo, apenas 9.413 integram a corporação, atualmente. Ao todo, são 3.181 oficiais de cartório e 2.555 investigadores a menos do que a legislação prevê.

A maior defasagem é a do cargo de inspetor: faltam 6.717 agentes.

Para suprir essa carência, o estabelecimento de um cronograma de concursos públicos é emergencial. "Esse efetivo pequeno dificulta muito o papel primordial da Polícia Civil que é a investigação. Sem isso, não tem como o Ministério Público pedir ao juiz que condene o criminoso. Assim, muitos crimes acontecem e não tem condenação. Então, é necessário que haja mais concursos para Polícia Civil", exclama o presidente do Sinpol-RJ, informando que um policial trabalha por três.

Hoje, a corporação ainda aguarda a convocação dos 248 aprovados do concurso de oficial de cartório e dos 96 papiloscopistas da seleção de 2015. Outros 220 oficiais de cartório aguardam chamada para o curso de formação na Academia de Polícia (Acadepol).

Carência de agentes é problema recorrente na PC-RJ

Segundo dados transmitidos pelo representante sindical, o número de policiais civis do Rio de Janeiro é menor a cada ano. O que agrava ainda mais a situação é que, pelo menos, 20 a 30% do efetivo atual já têm idade para se aposentar. Somente em 2018, já foram registradas 159 aposentadorias.

Com o objetivo de completar o efetivo da Polícia Civil do Rio, o Sinpol-RJ trabalha para que os concursados sejam convocados e novos concursos sejam realizados. Agora, os sindicalistas aguardam uma reunião com o secretário de Segurança e com o chefe de Polícia Civil para que possam levar as reivindicações em prol das melhorias nas condições de trabalho.

Intervenção pode ser solução para a crise na Polícia Civil-RJ

Para que chamada de aprovados e novos concursos Polícia Civil-RJ aconteçam é preciso de orçamento para as folhas de pagamento dos novos servidores. No âmbito do estado, o governo alega que, em virtude da calamidade financeira, não há disponibilidade de recursos nem para aproveitamento dos concursados e, muito menos, para a realização de novas seleções.

A intervenção federal na Segurança Pública do Rio de Janeiro, no entanto, pode ser uma solução. "Espero que o governo federal, com a intervenção feita, possa trazer recursos para que a chefia de Polícia Civil tenha mais condições financeiras para pagar os serviços terceirizados, melhorar as viaturas, nomear os concursados e realizar novos concursos", comenta Fernando Bandeira.


Viaturas da Polícia Civil-RJ estão sem manutenção
(Foto:Divulgação)

A boa notícia é que o aumento do efetivo em órgãos de Segurança será uma das prioridades na gestão do interventor federal, general Braga Netto. A informação foi transmitida pelo chefe de Gabinete da Intervenção, general Mauro Sinott, em entrevista coletiva realizada no dia 27 de fevereiro.

"É indispensável que tenham mais recursos para que o governo do Estado, o secretário de Segurança e o chefe de Polícia Civil possam melhorar também as condições de trabalho", diz o presidente do Sinpol-RJ.

Novos concursos Polícia Civil-RJ são necessários, diz sindicato

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro, Fernando Bandeira, defende a realização de concursos recorrentes, "porque traz os profissionais mais preparados, melhores selecionados".

Para ele, os cargos com maior demanda são investigador, inspetor e oficial de cartório. "A carência de delegados também é significativa. O efetivo deveria ser de mil policiais nessa função e só temos 550", expressa.

– Descubra o que faz cada polícia e escolha a sua!

Ele deixa a seguinte mensagem aos que desejam ingressar na corporação: "se prepararem, procurarem um bom curso preparatório, pois tendo policiais corretos, sérios, vai ajudar muito a população", conclui Bandeira.

Entre os concursos pautados está o de investigador, para graduados em qualquer área (PL que muda requisito foi aprovado na Alerj, sem que o governo recorresse) e com ganhos de R$5.311,90.

Há seleções previstas ainda para perito legista, para graduados em áreas específicas (ainda não reveladas) e delegado, para graduados em Direito. Os ganhos são de R$9.376,45 e R$18.157,73, respectivamente. Nos valores já está incluído o auxílio-alimentação de R$264.


Fonte: Bruna Somma - Folha Dirigida

 


17/04/2018 - DEPUTADOS PERDEM POLICIAIS MILITARES DE SUA SEGURANÇA

DEPUTADOS PERDEM POLICIAIS MILITARES DE SUA SEGURANÇA

Agentes deverão se apresentar a secretaria e atuar na rua

Vários deputados estaduais foram atingidos pela determinação da Secretaria de Segurança de convocar 87 policiais militares até então cedidos à Alerj.

A publicação no Diário Oficial diz que a medida é necessária por causa da inadimplência da Casa Legislativa no pagamento dos agentes. Já a Alerj afirma que, por conta da crise econômica, o Estado deve R$ 378 milhões em verba de pessoal, e que por isso deve ser feito um encontro de contas. A assessoria do deputado André Ceciliano (PT), presidente interino da Alerj, informou que ele se reuniria com representantes da Secretaria de Estado de Fazenda para discutir a questão.

O deputado estadual Marcelo Freixo foi um dos parlamentares afetados com a medida, perdendo quatro policiais de sua escolta. "Tenho certeza de que o bom senso vai prevalecer. Com esse episódio da Marielle, não restam dúvidas de que a escolta é necessária", disse o deputado que presidiu a CPI das Milícias. Ele também é escoltado por agentes de outras forças de segurança.

A também deputada e vice -presidente da CPI das Milícias, Cidinha Campos (PDT) também lamentou a determinação. "Não analisaram a necessidade de cada deputado. Tive enfrentamentos com milicianos, inclusive com num específico, que anda fortemente armado no Rio, e não levaram isso em consideração", afirmou.

O deputado André Lazaroni (PMDB) foi outro afetado pela decisão - a assessoria do parlamentar disse que o policial lotado no gabinete atuava não só na segurança, mas também como consultor em projetos de Segurança Pública.

O deputado Paulo Ramos (PDT) perdeu o único policial militar lotado em seu gabinete. "Não houve estudo nem nenhum critério. Não seria mais profissional ter estudado os casos, mesmo que rapidamente, ao invés de tomar essa decisão de forma aleatória" questionou.

De acordo com a Secretaria de Segurança, a devolução deve ser feita em 72 horas após dois meses de inadimplência no pagamento dos salários dos servidores cedidos. Foi com base nessa legislação que o secretário Richard Nunes pediu a volta de 87 dos 146 policiais que atuam na Alerj.

Fonte: Nadedja Calado - O Dia

11/04/2018 - SINPOL COBRA CONCURSOS NA POLÍCIA CIVIL E LEVARÁ PROPOSTAS AO NOVO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA

SINPOL COBRA CONCURSOS NA POLÍCIA E LEVARÁ PROPOSTA AO GENERAL DE APROVEITAR APOSENTADOS

 
No estúdio da Folha Dirigida, Bandeira disse ontem que baixo efetivo produz impunidade
 

O Sindicato dos Policiais Civis - SINPOL - pediu reunião com o novo secretário de Segurança Pública, general Richard Fernandez Nunes, e com o chefe de polícia, delegado Rivaldo Barbosa, para cobrar a realização de concursos urgentes na instituição, objetivando preencher os cargos vagos. Uma lei de 1983 (Lei estadual 699/83) previa um efetivo de 23.116 policiais civis em todo estado.

Passados 37 anos temos hoje apenas 9.413 em toda corporação, prejudicando a apuração de crimes e a condenação de criminosos pela Justiça, já que não há investigação adequada por falta de pessoal, diz Fernando Bandeira, presidente do SINPOL. O índice de apuração de homicídios no estado não chega a 8%, acrescenta o sindicalista, informando que um policial trabalha por três.

  Desde a gestão do ex-secretário, Mariano Beltrame, que o Sindicato vem cobrando o aumento do efetivo na corporação. Os concursos públicos estão proibidos desde maio de 2017 com a decretação da calamidade financeira do Estado. 

Segundo O SINPOL, uma das propostas que será avaliada pelo novo secretário visa aproveitar os policiais aposentados no serviço ativo, sobretudo empregando suas experiências na investigação, inquéritos e na inteligência policial. Em todo estado há cerca de 4.800 policiais aposentados da Polícia Civil. 

Mais recursos para convocar concursados

  Os terceirizados também devem voltar a fazer o primeiro atendimento nas delegacias, deixando o policial civil na sua atividade fim.  Para isso é necessário que o estado injete mais recursos na Polícia Civil e abra novos concursos para preencher as vagas existentes. Com apenas 9.413 policiais às investigações ficam prejudicadas por falta de pessoal nas delegacias, diz Fernando Bandeira, acrescentando que os 400 aprovados no concurso de investigador de 2005 até hoje não foram chamados. O efetivo previsto em lei é de 3.500, entretanto há somente 900 investigadores em todo estado.  

O Sindicato defende ainda a nomeação dos 248 aprovados do concurso de oficial de cartório e dos 96 papiloscopistas dos concursos de 2015. Outros 220 oficiais de cartório aguardam chamada para o curso de formação na Acadepol. De acordo com a lei são 3.181 oficiais de cartório e 2.555 investigadores a menos do que a legislação prevê. A maior defasagem é a do cargo de inspetor: faltam 6.717 agentes. Em março do ano passado, em audiência com o governador Pezão, o SINPOL cobrou a convocação desse contingente de aprovados.

  Outro problema é que a maioria das delegacias vive hoje de doações de empresários e cidadãos: eles doam papel, tinta para impressora, material de escritório e limpeza e até oferecem serviços como manutenção de veículos e reposição de peças de viaturas. 

Ao novo secretário de Segurança, general Richard Nunes, O SINPOL também vai cobrar o pagamento do 13º salário de 2017 que ainda não foi pago pelo estado.

04/04/2018 - MANDADO DE SEGURANÇA DO SINPOL PARA PAGAR 13º SALÁRIO VEM DESDE 2016

                                 SINPOL TEM AÇÃO PARA PAGAR O 13? SAL?RIO

 

Desde o início da crise enfrentada pelo Estado do Rio, em novembro de 2015, os salários dos servidores atrasaram em 18 dos 26 meses decorridos at? outubro de 2017. Atrasando não são os vencimentos bem como o 13º dos servidores

Em novembro de 2016, o SINPOL Sindicato dos Policiais Civis entrou na Justiça com Mandado de Segurança coletivo, com objetivo de garantir aos policiais civis sindicalizados o direito de receber no prazo certo o salário de dezembro e o 13º salário de 2016. O Estado alegou calamidade financeira e o abono de natal acabou sendo pago em 14 de dezembro de 2017. Falta agora o pagamento do 13º salário de 2017, prometido para meados de abril.

No Mandado de Segurança do SINPOL foram citados as seguintes autoridades estaduais: presidente do RIOPREVIDÁNCIA, secretário de Planejamento e Gestão, secretário de Fazenda e o governador do Estado. MS Processo n? 0060504 11.2016.8.19.0000.

Apesar de ser analisado pelo Juízo e preencher todos os requisitos de admissibilidade exigidos pela Lei 12.016/09, acabou por ser sobrestado (suspenso) pelo chamado Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR) nº 0023205 97.2016.8.19.0000, suscitado pelo próprio Tribunal de Justiça. Ou seja, a partir do julgamento dessa primeira demanda, adotará uniformidade de decisão para as demais demandas da mesma natureza que discutem a obrigação constitucional pelo Estado do pagamento correto das verbas remuneratórias dos servidores públicos ativos e inativos do Rio de Janeiro.

 

Em março de 2017, o presidente Bandeira (acima) e Daisy (Vice) cobraram do governador Pezão o pagamento do 13º

03/04/2018 - AÇÃO DO SINPOL: JUSTIÇA JULGA EM BREVE HORAS EXCEDENTES E ADICIONAL NOTURNO

            JUSTI?A JULGARÁ  HORAS EXCEDENTES E ADICIONAL NOTURNO

 

Desde junho de 2016 o Sindicato dos Policiais Civis (SINPOL) tem ação na Justiça visando que o Estado reconheça o direito dos policiais civis que estejam filiados ao SINPOL de receberem Horas Extras excedentes, assim como Adicional Noturno. A Ação é Coletiva de Obrigação de Fazer.  Processo nº 0209562-85.2016.8.19.0001. No mês seguinte, após analisada a ação do Sindicato, o Juízo entendeu como devidamente preenchidos todos os requisitos legais e determinou a citação do réu (Estado).

Em sua defesa o Estado disse que não poderia ser concedido o que foi postulado pelo SINPOL, uma vez que a função de policial civil exige dedicação exclusiva, não se coadunando a esses deveres constitucionais um regime de trabalho baseado em horas extras e adicional noturno, na medida que o policial estaria sempre à disposição do Estado e da sociedade.

Por sua vez, o SINPOL em sua Réplica apresentada em 18 de novembro de 2016, sustentou que não haveria correlação entre o dever de segurança pública e a impossibilidade do pagamento das horas extraordinárias e do adicional noturno, afirmando que esses benefícios, respaldados na Constituição, estariam vinculados a uma condição de trabalho mais digna para os policiais, tornando mais eficiente a prestação de serviços à sociedade.

Escalas de Serviço e assinaturas de ponto provam horas excedentes

Dentro do processo o Sindicato apresentou documentos que comprovam que os policiais são submetidos a jornadas extravagantes e exaustivas, além daquilo previsto no horário normal de trabalho.

Portanto, há quase dois anos, o Sindicato vem lutando para que esses benefícios comuns à iniciativa privada sejam estendidos aos policiais civis. A Ação Coletiva de Obrigação de Fazer do SINPOL encontra-se madura para julgamento e logo será submetida à conclusão do juiz.

Confirmado o pleito, o governo terá que pagar todas essas verbas para liquidar a sentença. Os policiais civis beneficiados na ação são aqueles que trabalham por mais de 40 horas semanais e deverão providenciar documentos que comprovem a jornada excessiva durante os últimos 5 anos, tendo como marco a data em que a ação foi distribuída. O policial interessado na ação deve se associar ao SINPOL e comprovar o tempo excedente de horas trabalhadas, bem como as horas de trabalho à noite. Para isso, basta juntar as escalas de serviço (24X72) e assinaturas de ponto.

  Por apenas R$ 35 mensais o policial se associa ao Sindicato. Unidos somos mais fortes!

 

28/03/2018 - SINPOL FAZ 25 ANOS E DESTACA LUTA EM PROL DA CATEGORIA

Os 25 anos de fundação do Sindicato dos Policiais Civis (SINPOL) foi lembrado com uma pequena comemoração, nesta quarta-feira (28/03) entre diretores e o quadro social do Sindicato, com um Café da Manha. Compareceram policiais ativos, aposentados e pensionistas. Teve café com leite, pães, sucos, frios e bolo à vontade.

O presidente Bandeira (Foto acima) fez uma trajetória do Sindicato nos últimos anos, registrando a vitoriosa greve da Segurança Pública,  às vésperas do Carnaval de 2012,  cuja manifestação na Cinelândia só teve êxito graças ao carro de som do SINPOL, que estrategicamente ficou guardado próximo ao Centro, já que os carros das associações dos Bombeiros e da Polícia Militar foram apreendidos pelas respectivas corregedorias.

Lembrou da traição de um policial que sem consultar a categoria em assembleia anunciou o fim da greve no RJ TV, atendendo pedido da ex chefe de polícia e atual deputada estadual, Martha Rocha, que chamou um grupo para por fim à paralisação iniciada três dias antes do Carnaval de 2012. Bandeira afirmou que o SINPOL é um sindicato de luta, não se curva às vontades da chefia de polícia ou do governo. O vale transporte para os policiais foi fruto da vitoriosa manifestação de PMs, policiais civis e bombeiros na histórica greve de 2012, que resultou na prisão de vários Bombeiros e PMs.

O diretor André Luigi (Acima, de preto))  frisou a luta que o SINPOL teve com os excedentes do concurso de inspetor e oficial de cartório de 2001. Agradeceu ao Bandeira que, sem cobrar um tostão, conseguiu com protestos e ação na Justiça, empossar cerca de 800 novos policiais civis, num momento em que o efetivo já estava muito baixo, precisando de recomposição.

Já o dirigente Luiz Prates mencionou que o empenho do SINPOL para que todos conseguissem incorporar a GDL (Gratificação de Delegacia Legal) foi uma vitória do Sindicato, melhorando os vencimentos de ativos, inativos e pensionistas, não deixando de fora ninguém.

A advogada do SINPOL, Maria Goreti, sugeriu aos presentes que queiram prestar uma colaborção ao Sindicato que se manifestem, para que no mínimo uma vez por semana, possam ajudar no atendimento à categoria, pois só assim unidos continuaremos fortes.

Ao fim, houve sorteio de Ovos de Páscoa e caixas de bombons para os que participaram do Café da manhã do SINPOL.

A associada Zélia Fialho (E) foi sorteada com duas caixas de bombons entregues por Bandeira

 

 

23/03/2018 - DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS

IMPOSTO DE RENDA

 DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS

O SINPOL informa aos associados que o prazo de apresentação da declaração do Imposto de Renda de 2018, ano-base 2017, começou no dia 1º de março e se estende até o dia 30 de abril, segunda feira.

Quem tiver dificuldade para fazer sua declaração de rendimentos deve procurar a secretaria do SINPOL,  Rua Riachuelo, nº 191 - A, térreo, esquina com Rua André Cavalcanti, Centro.

 O programa gerador do IRPF está  disponível na página da Receita Federal na internet, pode ser baixado no endereço:

http://idg.receita.fazenda.gov.br/interface/cidadao/irpf/2018.

16/03/2018 - RIVALDO BARBOSA TOMA POSSE COMO CHEFE DA POLÍCIA CIVIL DO RJ

Delegado que está há 16 anos na Polícia Civil defendeu, durante a cerimônia, união entre instituições e combate à corrupção.

Na Cidade da Polícia a posse do novo chefe da Policia Civil contou com o representante da diretoria do SINPOL, o inspetor Luiz Prates. Com ele estavam os colaboradores Katião, Berenaldo e Gerordane. Na foto Prates ouve a opinião do Comissário Francildo sobre os cursos preparatórios para os concursos da Policia Civil organizado pelo Comissário

O novo chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Rivaldo Barbosa, foi empossado na manhã desta terça-feira (13) em uma cerimônia na Cidade da Polícia, na zona norte da capital. Escolhido pelo secret?rio estadual de Segurança Pública, general Richard Nunes, Rivaldo assumiu defendendo a união entre as instituições, a adoção de medidas estruturantes e o combate à corrupção.

– A Minha primeira proposta a todos é que busquemos a união dos homens de bem e a integração das instituições, sem protagonismos individuais, na luta coletiva por dias melhores para o estado. O momento exige que possíveis discordâncias fiquem para três - conclui Rivaldo.

Barbosa defendeu que a Polícia Civil receba mais recursos e enumerou ações que considera estruturantes para a corporação, como o encaminhamento da Lei Orgânica da Polícia Civil, a recomposição dos quadros por meio de concursos públicos regulares, o aparelhamento da polícia técnica e o aprimoramento da Academia de Polícia.

Outra prioridade apontada pelo delegado é o aperfeiçoamento da inteligência, com enfoque especial na área financeira, para fortalecer o combate à corrupção.



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