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18/06/2018 - NOVA DIRETORIA DO SINPOL TOMOU POSSE NA ÚLTIMA SEXTA

A solenidade de posse da nova diretoria do SINPOL, eleita no dia 29 de maio, reuniu quase 100 pessoas na sede do Sindicato no último dia 15 de junho. Entre os convidados, policiais civis, sindicalistas e familiares da diretoria.

(E) Luiz Otávio, Dayse Rocha, Fernando Bandeira, Leonardo Motta e Luiz Prates, compuseram a mesa de posse da nova diretoria do SINPOL para o quadriênio 2018/2022 

Após a cerimonia de posse realizada pela comissão eleitoral, foi dada a palavra para os membros da chapa que compuseram a mesa. Todos os diretores eleitos conclamaram a unidade dos policiais civis em torno das lutas travadas pelo SINPOL desde 1993. 

Policiais Civis, Sindicalistas e familiares dos diretores eleitos assistem a cerimônia de posse realizada na sede do SINPOL

Fernando Bandeira, presidente eleito, ressaltou que a ação da diretoria será norteada pela defesa dos direitos e organização da categoria, por uma gestão transparente e democrática. Bandeira mencionou a perseguição que ele  e o SINPOL vêm sofrendo nos últimos anos, principalmente após a histórica greve de 2013 da Segurança Pública, quando graças ao carro de som que o SINPOL conseguiu com o SindvigRio, a assembleia geral dos PMs, Bombeiros e PCs foi realizada com sucesso atraindo para a Cinelândia cerca de 20 mil servidores da Segurança Pública. O presidente Bandeira também lembrou da invasão que o Sindicato sofreu há quatro anos, quando nove policiais civis entraram no SINPOL e prenderam indevidamente quatro sindicalistas que ali estavam discutindo o Dia Nacional de Lutas com a participação de vários sindicatos. Na 5ª DP o delegado Bonfim registrou a ocorrência como "caso atípico", uma forma de não punir esses policiais que invadiram o Sindicato a mando da ex-chefe de polícia e atual deputada pelo PDT, Martha Rocha, diz Bandeira.

Comissão eleitoral composta por sindicalistas e advogados dão posse a nova diretoria eleita

Já o secretário geral, Luiz Otávio Antunes, ressaltou que "Bandeira é um homem extremamente corajoso e jamais foi subserviente aos poderosos de plantão. Nunca foi lacaio de delegado." Disse ainda que precisamos lutar por um Plano de Saúde pago pelo estado. Os promotores, juízes e desembargadores tem esse direito. Até os guardas municipais têm seu plano de Saúde! Nós também somos servidores do estado e a nova diretoria vai brigar por isso, disse o comissário da ativa, Luiz Otávio.

Por outro lado, o tesoureiro eleito, Leonardo Motta, fez um histórico das lutas do SINPOL que participou e organizou as maiores greves da Polícia. Lembrou das perseguições sofridas por ele próprio e pelo presidente Bandeira, que sempre esteve à frente das grandes mobilizações por mais direitos e melhores salários dos policiais.Leonardo se referiu também aos delegados que tratam o policial como seu funcionário e não como servidor do estado.

Já a diretora Daisy Rocha mencionou a atuação do SINPOL contra o pacote de maldades do governo que queria retirar benefícios dos servidores. A pronta atuação do Sindicato no Colégio de Líderes da Alerj, em 2017, foi fundamental para manter o Triênio e a Licença Especial do policial que o governo ameaçou retirar em função do Ajuste Fiscal. Daisy ainda conclamou a união da categoria em torno do Sindicato para a manutenção dos seus direitos, sempre ameaçados.

13/06/2018 - NOVA DIRETORIA DO SINPOL TOMA POSSE NESTA SEXTA, DIA 15/06, ÀS 14H

POSSE DA NOVA DIRETORIA SERÁ NESTA SEXTA, DIA 15,  ÀS 14H, NA SEDE DO SINDICATO

 

Os 21 diretores do SINPOL tomam posse nesta sexta-feira, dia 15/06, às 14 h, na sede provisória do SINPOL na Rua Riachuelo n° 191-B – Centro do Rio. A Eleição vitoriosa da Chapa 1 “Avante na Luta”, aconteceu dia 29 de maio. Duas chapas se registraram e concorreram. A Chapa 1, encabeçada pelo comissário, Fernando Bandeira e a Chapa 2, tendo à frente, o inspetor Roberto Varelo.  

A nova diretoria convoca os associados para a posse e demais policiais que queiram participar. Após a solenidade haverá um coquetel.

A eleição e a apuração foram realizadas no mesmo dia 29, em quatro locais de votação: Centro – Rua do Riachuelo 191 B (Sede do Sinpol); Niterói – Av. Amaral Peixoto 300, Sl. 1.105; Cascadura  – Rua Nerval de Gouveia, 319 (União dos Policiais) e Campo Grande  – Rua Albertina nº 70 (Próximo à Estação).

Após a apuração, a Chapa 1 teve 60% dos votos, com 60 votos contra 41 da outra chapa.

O resultado nos locais de votação ficou assim:

Centro  – 33 X 26; Cascadura  – 12 X 8; Campo Grande  – 8 X 3;               e Niterói - 7 x 4

Votaram 101 associados e não houve votos brancos ou nulos.

 

(E) Bandeira, Prates, Mário Castelhano, Luiz Octávio, Daisy Rocha, Flávio Amaral e Luigi

A nova diretoria ficou assim constituída:

Presidente -  Fernando Antonio Bandeira (Comissário)

Vice-Presidente - Luiz Alberto Cutalo Prates (Inspetor)

Secretário Geral - Luiz Otávio Antunes (Comissário)

Secretário Adjunto - Renato Saldanha Alvarez (Comissário)

Tesoureiro Geral - Leonardo Motta de Faria (Inspetor)

Tesoureiro Adjunto - Daisy Lourdes Corrêa da Rocha (Oficial de cartório)

 

SUPLENTES:

Humberto Giudice Fittipaldi Filho

André Luigi Nunes Bazoli

Marcius de Carvalho Pereira

 

CONSELHO FISCAL – EFETIVO:

Mario Castellano

Flavio Antonio Azedo do Amaral

Jonathas Simples de Oliveira Junior

 

SUPLENTES:

Pedro Jesuino Ferreira

Raimundo Nonato Melo

Valter Escarlate

 

CONSELHO DE ÉTICA E DISCIPLINA

Natalício Ferreira de Araújo

Tadeu Pitanga da Silva

Gilson Rodrigues

 

SUPLENTES

Geraldo Ferreira

Gabriel Baptista da Rosa

Neirrobson Malheiros da Silva




13/06/2018 - NOTA DE PESAR PELO FALECIMENTO DO COLEGA ELLERY RAMOS DE LEMOS

A Diretoria do SINPOL manifesta seu mais profundo pesar pelo falecimento do colega inspetor de policia ELLERY RAMOS DE LEMOS, chefe de serviço da Delegacia de Combate às Drogas. Sua morte ocorreu durante uma operação policial ocorrida na favela de Acari, nesta terça (12).

Policial civil Ellery de Ramos Lemos foi baleado e morto em Acari (Foto Reprodução)

Desde já, rogamos a Deus que proporcione conforto e paz a todos os seus familiares.

 

Pela Diretoria

 

FERNANDO BANDEIRA

 

Presidente

30/05/2018 - CHAPA 1 VENCE ELEIÇÃO NO SINPOL COM 60% DOS VOTOS

CHAPA 1 VENCEU  ELEIÇÃO NO SINPOL COM 60% DOS VOTOS

Com 60% dos votos válidos, a Chapa 1, AVANTE NA LUTA, liderada pelo atual presidente, comissário Fernando Bandeira, venceu a Eleição para o Sindicato com 60 votos. A chapa derrotada (Chapa 2), encabeçada pelo Inspetor Roberto Varelo, teve 41 votos.

Associados votam na Sede do SINPOL na Rua Riachuelo - Centro

A eleição e a apuração foram realizadas ontem, dia 29/05, em quatro locais de votação: Centro – Rua do Riachuelo 191 B (Sede do Sinpol); Niterói – Av. Amaral Peixoto 300, Sl. 1.105; Cascadura  – rua Nerval de Gouveia, 319 (União dos Policiais) e Campo Grande  – Rua Albertina nº 70.

O resultado nos locais de votação ficou assim:

Centro  – 33 X 26

Cascadura  – 12 X 8

Campo Grande  – 8 X 3

Niterói - 7 x 4

Votaram 101 associados e não houve votos brancos ou nulos.

Fiscais das duas Chapas fiscalizaram o inicio e o encerramento do pleito

Os policiais civis do Rio de Janeiro estão de parabéns. Participaram democraticamente do processo eleitoral que elegeu a chapa, que para eles, é a melhor que pode representar os policiais nos debates e enfrentamento direto com o governo para melhores condições de trabalho e de salários.

Diretores eleitos agradecem a confiança dada a chapa 1

Para o atual presidente, Fernando Bandeira, o resultado indica que os associados do SINPOL reconhecem o trabalho desenvolvido nos últimos anos pela atual diretoria. “As eleições foram limpas e transparentes – disse Bandeira, presidente reeleito. Ao fim, na feitura da Ata da Eleição, assinaram os fiscais das duas chapas, sendo que os representantes da oposição, não apontaram nenhum erro no transcorrer do pleito.

Os diretores eleitos agradecem a confiança que foi dado a Chapa 1. Agora é importante que todos acompanhem de perto o trabalho desta diretoria eleita para o quadriênio 2018 - 2022, pois tems a responsabilidade de representar à categoria e continuar a luta de 24 anos do SINPOL.

25/05/2018 - ELEIÇÕES SINPOL

18/05/2018 - JUIZ ANULA SENTENÇA QUE DETERMINAVA SINPOL NÃO REPRESENTAR POLICIAIS CIVIS

  ANULADA SENTENÇA, SINPOL CONTINUA REPRESENTAR POLICIAIS CIVIS

                                Má fé do chamado "sindpol" induziu Justiça a erro

O suposto sindicato (Sindpol) que diz representar os policiais sofreu uma grande derrota anteontem na Justiça - 16/05 -  por ter induzindo o Judiciário a erro contra o SINPOL. Processo nº 0100821-22.2017.5.010015.

O Juiz do Trabalho, Carlos Eduardo Diniz Maudonet, da 15ª VT, anulou sua própria sentença, de 5 de outubro do ano passado, que dava ganho de causa numa ação do chamado “sindpol” que determinava ao SINPOL não representar os policiais civis como sindicato e nem manter o site de notícias à categoria. O SINPOL não foi notificado do processo e não teve chance do seu dever constitucional de defesa. Foi injustamente condenado à revelia.

Através do Departamento Jurídico, entrou com embargos de declaração na mesma 15ª VT argüindo a nulidade processual por vício de citação, mostrando ao juiz a má fé do “sindicato” autor. Além de declarar nula a sentença, o juiz determinou a reinclusão na pauta de instrução de nova audiência inicial, intimando-se as partes, inclusive quanto ao presente despacho.

SINPOL FOI PROCESSADO SEM RECEBER  NOTIFICAÇÃO JUDICIAL

Só tomou conhecimento de que estava sendo processado e condenado à revelia porque ao verificar o site do chamado sindpol deparou-se com a seguinte notícia, em letras garrafais: “ SINPOL IMPEDIDO JUDICIALMENTE DE FALAR COMO REPRESENTANTE DOS POLICIAIS CIVIS.” O SINPOL sequer foi citado e ao verificar o processo, constatou que o encaminhamento da notificação foi para um imóvel onde não funciona o sindicato: Rua da Glória 24 (Endereço antigo).

Enquanto o SINPOL funciona desde 2013 na Rua Riachuelo nº 191 – Centro do Rio. Endereço amplamente conhecido da categoria – onde atende os policiais e seus associados – e divulgado constantemente pelo site www.sinpol.org.br , Jornal do Sinpol e mídias sociais. Feita a Justiça, o SINPOL continua sendo o legítimo representante dos policiais civis, atuando em defesa da categoria desde março de 1993, com carta sindical do Ministério do Trabalho, expedida há 25 anos.


Da Redação: Cláudio Alves

 

 

 

 


17/05/2018 - SINPOL PEDE CONCURSO URGENTE PARA A POLÍCIACIVIL

De acordo com a Lei Estadual 699/1983 (Lei Bandeira), a Polícia Civil do Rio deveria contar com 23 mil policiais. Contudo, apenas 9.413 integram a corporação, atualmente. Ao todo, são 3.181 oficiais de cartório e 2.555 investigadores a menos do que a legislação prevê.

A maior defasagem é a do cargo de inspetor: faltam 6.717 agentes.

Para suprir essa carência, o estabelecimento de um cronograma de concursos públicos é emergencial. "Esse efetivo pequeno dificulta muito o papel primordial da Polícia Civil que é a investigação. Sem isso, não tem como o Ministério Público pedir ao juiz que condene o criminoso. Assim, muitos crimes acontecem e não tem condenação. Então, é necessário que haja mais concursos para Polícia Civil", exclama o presidente do Sinpol-RJ, informando que um policial trabalha por três.

Hoje, a corporação ainda aguarda a convocação dos 248 aprovados do concurso de oficial de cartório e dos 96 papiloscopistas da seleção de 2015. Outros 220 oficiais de cartório aguardam chamada para o curso de formação na Academia de Polícia (Acadepol).

11/05/2018 - SINPOL FAZ ELEIÇÃO DIA 29/05 COM DUAS CHAPAS

ELEIÇÃO NO SINPOL SERÁ DIA 29 COM QUATRO LOCAIS DE VOTAÇÃO

Apenas duas chapas se inscreveram para concorrer à Eleição do SINPOL que será realizada no próximo dia 29 de maio, das 9h às 17h. A chapa 1 da atual diretoria, “Avante na luta” encabeçada pelo comissário, Fernando Bandeira, e a chapa 2 encabeçada por Roberto Varello, “oposição em ação”.

O processo eleitoral foi amplamente divulgado no site e o Edital, convocando às eleições, publicado no jornal O DIA, de 27 de abril de 2017, cumprindo assim todos os trâmites exigidos. A composição das chapas e o Edital estão afixados em local de fácil visibilidade no SINPOL.

De hoje (11/05) a 14 de maio é o prazo para apresentação de impugnação de chapa que será analisada pela Comissão Eleitoral.

Haverá quatro locais de votação:

Sede – Rua Riachuelo nº 191-B, Centro – RJ

Campo Grande – Rua Albertina nº 70 (Próximo da Estação)

Cascadura – Rua Nerval de Gouvêa nº 319 (União dos Policiais), perto da Estação.

Niterói –  Av. Amaral Peixoto nº 300, Sl. 1.105 (Frente à Estação das Barcas)

Sede do SINPOL na Rua Riachuelo nº 191 - B, Centro do Rio

 

09/05/2018 - PRESIDENCIÁVEL CIRO GOMES RECEBIDO POR SINDICALISTAS NO SANTOS DUMONT

CIRO TEVE CALOROSA RECEPÇÃO DE SINDICALISTAS NO SANTOS DUMONT

 Ciro Gomes foi recebido com entusiasmo por sindicalistas e pedetistas no aeroporto

Os sindicalistas do PDT, com a participação de vários sindicatos, entre eles o SINPOL, SINDAUT, SINDVIGRIO, SINTELMARK, , SINDBANCÁRIOS, estiveram ontem no Aeroporto Santos Dumont, recepcionando o candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes. Ciro falou da tragédia do Governo Temer que esqueceu dos pobres e mais humildes.

 – um governo antipovo, anti-pobre, antinacional. Vai ser uma mancha que terá de ser apagada da história desse país. 

O presidente do SINPOL e do Movimento Sindical do PDT, Fernando Bandeira, recebeu o presidenciável, fazendo as honras dos sindicalistas pedetistas. Ao chegar, no desembarque A, Ciro Gomes deparou-se com uma grande faixa o recepcionando com os dizeres: Sindicalistas do PDT saúdam o futuro presidente Ciro Gomes.

Questionado, disse que derrubaria a Reforma Trabalhista desse governo ilegítimo.

– Não há país livre sem sindicatos fortes e trabalhadores protegidos, disse o presidenciável Ciro Gomes.

– Sem uma classe trabalhadora organizada, politizada ao redor de sindicatos fortes e prestigiados não há sociedade que se possa dizer civilizada.

Na presidência, Ciro foi enfático: – Está definitivamente decretada o fim da Reforma Trabalhista!

      À direita, Bandeira, presidente do Sinpol segura a faixa com outros sindicalistas do PDT


Sindicalistas, correligionários e membros do PDT lotaram o desembarque do Santos Dumont

Veja o vídeo produzido por Fernando Salinas:

https://www.youtube.com/watch?v=pBxw9TCCSbU&spfreload=5

26/04/2018 - ASSOCIADOS DO SINPOL TEM ATENDIMENTO DENTÁRIO GRATUITO

Associados do SINPOL têm dentista gratuito

 Os associados, diretores, funcionários e seus dependentes têm direito a tratamento dentário gratuito padrão em consultório no Centro e Campo Grande, graças a convenio feito entre o SINPOL e o consultório do Dr.Givago Yuri. Para os casos mais complexos como blocos, implantes, entre outros, haverá um preço bem abaixo do mercado.                                          Estarão cobertos obturações, extrações, restaurações, tratamento de gengiva, tratamento de canal de canino, além de outros procedimentos cirúrgicos.

 Os interessados devem pegar encaminhamento na secretaria do Sindicato. Horário das 8h às 17:00h, de segunda a sexta-feira. Tel: 2224-9571


24/04/2018 - POLÍCIA CIVIL TRABALHA COM BAIXO EFETIVO

Jornal Extra - Domingo 22 de abril de 2018



 


19/04/2018 - CONCURSO POLÍCIA CIVIL-RJ: SEM AGENTES, APENAS 8% DOS CRIMES SÃO INVESTIGADOS

CONCURSO POLÍCIA CIVIL-RJ: SEM AGENTES, APENAS 8% DOS CRIMES SÃO INVESTIGADOS

Sem 13 mil agentes, a Polícia Civil do Rio de Janeiro tem o quantitativo de crimes cada vez menos apurados.

Sem concursos Polícia Civil-RJ e com a carência de agentes, materiais e viaturas, os crimes no Rio de Janeiro são apurados cada vez em menor quantidade. Essa é a visão do Sindicato dos Policiais Civis do Estado. Em entrevista exclusiva à FOLHA DIRIGIDA, o presidente do Sinpol-RJ, Fernando Bandeira, confirmou que sem servidores apenas 8% das investigações são feitas.

A falta desse serviço basilar da Polícia Civil impacta na solução dos crimes do estado, que crescem diariamente. "Não tendo os policiais nas delegacias, as investigações, como roubo e homicídio, não são apuradas totalmente. As viaturas também estão sem combustível, sem manutenção, enguiçadas. As dificuldades hoje não são apenas no efetivo, como nas condições de trabalho", relata Bandeira.


Fernando Bandeira: "sem policiais, crimes
não são solucionados" (Foto: Divulgação)

De acordo com a Lei Estadual 699/1983, a Polícia Civil do Rio deveria contar com 23 mil policiais. Contudo, apenas 9.413 integram a corporação, atualmente. Ao todo, são 3.181 oficiais de cartório e 2.555 investigadores a menos do que a legislação prevê.

A maior defasagem é a do cargo de inspetor: faltam 6.717 agentes.

Para suprir essa carência, o estabelecimento de um cronograma de concursos públicos é emergencial. "Esse efetivo pequeno dificulta muito o papel primordial da Polícia Civil que é a investigação. Sem isso, não tem como o Ministério Público pedir ao juiz que condene o criminoso. Assim, muitos crimes acontecem e não tem condenação. Então, é necessário que haja mais concursos para Polícia Civil", exclama o presidente do Sinpol-RJ, informando que um policial trabalha por três.

Hoje, a corporação ainda aguarda a convocação dos 248 aprovados do concurso de oficial de cartório e dos 96 papiloscopistas da seleção de 2015. Outros 220 oficiais de cartório aguardam chamada para o curso de formação na Academia de Polícia (Acadepol).

Carência de agentes é problema recorrente na PC-RJ

Segundo dados transmitidos pelo representante sindical, o número de policiais civis do Rio de Janeiro é menor a cada ano. O que agrava ainda mais a situação é que, pelo menos, 20 a 30% do efetivo atual já têm idade para se aposentar. Somente em 2018, já foram registradas 159 aposentadorias.

Com o objetivo de completar o efetivo da Polícia Civil do Rio, o Sinpol-RJ trabalha para que os concursados sejam convocados e novos concursos sejam realizados. Agora, os sindicalistas aguardam uma reunião com o secretário de Segurança e com o chefe de Polícia Civil para que possam levar as reivindicações em prol das melhorias nas condições de trabalho.

Intervenção pode ser solução para a crise na Polícia Civil-RJ

Para que chamada de aprovados e novos concursos Polícia Civil-RJ aconteçam é preciso de orçamento para as folhas de pagamento dos novos servidores. No âmbito do estado, o governo alega que, em virtude da calamidade financeira, não há disponibilidade de recursos nem para aproveitamento dos concursados e, muito menos, para a realização de novas seleções.

A intervenção federal na Segurança Pública do Rio de Janeiro, no entanto, pode ser uma solução. "Espero que o governo federal, com a intervenção feita, possa trazer recursos para que a chefia de Polícia Civil tenha mais condições financeiras para pagar os serviços terceirizados, melhorar as viaturas, nomear os concursados e realizar novos concursos", comenta Fernando Bandeira.


Viaturas da Polícia Civil-RJ estão sem manutenção
(Foto:Divulgação)

A boa notícia é que o aumento do efetivo em órgãos de Segurança será uma das prioridades na gestão do interventor federal, general Braga Netto. A informação foi transmitida pelo chefe de Gabinete da Intervenção, general Mauro Sinott, em entrevista coletiva realizada no dia 27 de fevereiro.

"É indispensável que tenham mais recursos para que o governo do Estado, o secretário de Segurança e o chefe de Polícia Civil possam melhorar também as condições de trabalho", diz o presidente do Sinpol-RJ.

Novos concursos Polícia Civil-RJ são necessários, diz sindicato

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro, Fernando Bandeira, defende a realização de concursos recorrentes, "porque traz os profissionais mais preparados, melhores selecionados".

Para ele, os cargos com maior demanda são investigador, inspetor e oficial de cartório. "A carência de delegados também é significativa. O efetivo deveria ser de mil policiais nessa função e só temos 550", expressa.

– Descubra o que faz cada polícia e escolha a sua!

Ele deixa a seguinte mensagem aos que desejam ingressar na corporação: "se prepararem, procurarem um bom curso preparatório, pois tendo policiais corretos, sérios, vai ajudar muito a população", conclui Bandeira.

Entre os concursos pautados está o de investigador, para graduados em qualquer área (PL que muda requisito foi aprovado na Alerj, sem que o governo recorresse) e com ganhos de R$5.311,90.

Há seleções previstas ainda para perito legista, para graduados em áreas específicas (ainda não reveladas) e delegado, para graduados em Direito. Os ganhos são de R$9.376,45 e R$18.157,73, respectivamente. Nos valores já está incluído o auxílio-alimentação de R$264.


Fonte: Bruna Somma - Folha Dirigida

 


17/04/2018 - DEPUTADOS PERDEM POLICIAIS MILITARES DE SUA SEGURANÇA

DEPUTADOS PERDEM POLICIAIS MILITARES DE SUA SEGURANÇA

Agentes deverão se apresentar a secretaria e atuar na rua

Vários deputados estaduais foram atingidos pela determinação da Secretaria de Segurança de convocar 87 policiais militares até então cedidos à Alerj.

A publicação no Diário Oficial diz que a medida é necessária por causa da inadimplência da Casa Legislativa no pagamento dos agentes. Já a Alerj afirma que, por conta da crise econômica, o Estado deve R$ 378 milhões em verba de pessoal, e que por isso deve ser feito um encontro de contas. A assessoria do deputado André Ceciliano (PT), presidente interino da Alerj, informou que ele se reuniria com representantes da Secretaria de Estado de Fazenda para discutir a questão.

O deputado estadual Marcelo Freixo foi um dos parlamentares afetados com a medida, perdendo quatro policiais de sua escolta. "Tenho certeza de que o bom senso vai prevalecer. Com esse episódio da Marielle, não restam dúvidas de que a escolta é necessária", disse o deputado que presidiu a CPI das Milícias. Ele também é escoltado por agentes de outras forças de segurança.

A também deputada e vice -presidente da CPI das Milícias, Cidinha Campos (PDT) também lamentou a determinação. "Não analisaram a necessidade de cada deputado. Tive enfrentamentos com milicianos, inclusive com num específico, que anda fortemente armado no Rio, e não levaram isso em consideração", afirmou.

O deputado André Lazaroni (PMDB) foi outro afetado pela decisão - a assessoria do parlamentar disse que o policial lotado no gabinete atuava não só na segurança, mas também como consultor em projetos de Segurança Pública.

O deputado Paulo Ramos (PDT) perdeu o único policial militar lotado em seu gabinete. "Não houve estudo nem nenhum critério. Não seria mais profissional ter estudado os casos, mesmo que rapidamente, ao invés de tomar essa decisão de forma aleatória" questionou.

De acordo com a Secretaria de Segurança, a devolução deve ser feita em 72 horas após dois meses de inadimplência no pagamento dos salários dos servidores cedidos. Foi com base nessa legislação que o secretário Richard Nunes pediu a volta de 87 dos 146 policiais que atuam na Alerj.

Fonte: Nadedja Calado - O Dia

11/04/2018 - SINPOL COBRA CONCURSOS NA POLÍCIA CIVIL E LEVARÁ PROPOSTAS AO NOVO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA

SINPOL COBRA CONCURSOS NA POLÍCIA E LEVARÁ PROPOSTA AO GENERAL DE APROVEITAR APOSENTADOS

 
No estúdio da Folha Dirigida, Bandeira disse ontem que baixo efetivo produz impunidade
 

O Sindicato dos Policiais Civis - SINPOL - pediu reunião com o novo secretário de Segurança Pública, general Richard Fernandez Nunes, e com o chefe de polícia, delegado Rivaldo Barbosa, para cobrar a realização de concursos urgentes na instituição, objetivando preencher os cargos vagos. Uma lei de 1983 (Lei estadual 699/83) previa um efetivo de 23.116 policiais civis em todo estado.

Passados 37 anos temos hoje apenas 9.413 em toda corporação, prejudicando a apuração de crimes e a condenação de criminosos pela Justiça, já que não há investigação adequada por falta de pessoal, diz Fernando Bandeira, presidente do SINPOL. O índice de apuração de homicídios no estado não chega a 8%, acrescenta o sindicalista, informando que um policial trabalha por três.

  Desde a gestão do ex-secretário, Mariano Beltrame, que o Sindicato vem cobrando o aumento do efetivo na corporação. Os concursos públicos estão proibidos desde maio de 2017 com a decretação da calamidade financeira do Estado. 

Segundo O SINPOL, uma das propostas que será avaliada pelo novo secretário visa aproveitar os policiais aposentados no serviço ativo, sobretudo empregando suas experiências na investigação, inquéritos e na inteligência policial. Em todo estado há cerca de 4.800 policiais aposentados da Polícia Civil. 

Mais recursos para convocar concursados

  Os terceirizados também devem voltar a fazer o primeiro atendimento nas delegacias, deixando o policial civil na sua atividade fim.  Para isso é necessário que o estado injete mais recursos na Polícia Civil e abra novos concursos para preencher as vagas existentes. Com apenas 9.413 policiais às investigações ficam prejudicadas por falta de pessoal nas delegacias, diz Fernando Bandeira, acrescentando que os 400 aprovados no concurso de investigador de 2005 até hoje não foram chamados. O efetivo previsto em lei é de 3.500, entretanto há somente 900 investigadores em todo estado.  

O Sindicato defende ainda a nomeação dos 248 aprovados do concurso de oficial de cartório e dos 96 papiloscopistas dos concursos de 2015. Outros 220 oficiais de cartório aguardam chamada para o curso de formação na Acadepol. De acordo com a lei são 3.181 oficiais de cartório e 2.555 investigadores a menos do que a legislação prevê. A maior defasagem é a do cargo de inspetor: faltam 6.717 agentes. Em março do ano passado, em audiência com o governador Pezão, o SINPOL cobrou a convocação desse contingente de aprovados.

  Outro problema é que a maioria das delegacias vive hoje de doações de empresários e cidadãos: eles doam papel, tinta para impressora, material de escritório e limpeza e até oferecem serviços como manutenção de veículos e reposição de peças de viaturas. 

Ao novo secretário de Segurança, general Richard Nunes, O SINPOL também vai cobrar o pagamento do 13º salário de 2017 que ainda não foi pago pelo estado.

04/04/2018 - MANDADO DE SEGURANÇA DO SINPOL PARA PAGAR 13º SALÁRIO VEM DESDE 2016

                                 SINPOL TEM AÇÃO PARA PAGAR O 13? SAL?RIO

 

Desde o início da crise enfrentada pelo Estado do Rio, em novembro de 2015, os salários dos servidores atrasaram em 18 dos 26 meses decorridos at? outubro de 2017. Atrasando não são os vencimentos bem como o 13º dos servidores

Em novembro de 2016, o SINPOL Sindicato dos Policiais Civis entrou na Justiça com Mandado de Segurança coletivo, com objetivo de garantir aos policiais civis sindicalizados o direito de receber no prazo certo o salário de dezembro e o 13º salário de 2016. O Estado alegou calamidade financeira e o abono de natal acabou sendo pago em 14 de dezembro de 2017. Falta agora o pagamento do 13º salário de 2017, prometido para meados de abril.

No Mandado de Segurança do SINPOL foram citados as seguintes autoridades estaduais: presidente do RIOPREVIDÁNCIA, secretário de Planejamento e Gestão, secretário de Fazenda e o governador do Estado. MS Processo n? 0060504 11.2016.8.19.0000.

Apesar de ser analisado pelo Juízo e preencher todos os requisitos de admissibilidade exigidos pela Lei 12.016/09, acabou por ser sobrestado (suspenso) pelo chamado Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR) nº 0023205 97.2016.8.19.0000, suscitado pelo próprio Tribunal de Justiça. Ou seja, a partir do julgamento dessa primeira demanda, adotará uniformidade de decisão para as demais demandas da mesma natureza que discutem a obrigação constitucional pelo Estado do pagamento correto das verbas remuneratórias dos servidores públicos ativos e inativos do Rio de Janeiro.

 

Em março de 2017, o presidente Bandeira (acima) e Daisy (Vice) cobraram do governador Pezão o pagamento do 13º



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