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ÚLTIMA NOTÍCIA - 27/11/2020


        Sérgio Cabral desativou hospital da polícia e IASERJ

Os policiais civis ficaram sem seu hospital em maio de 2011. O responsável pelo desmonte do Hospital José da Costa Moreira foi o ex-governador e atual presidiário, Sérgio Cabral, e a ex-chefe de polícia na época, delegada Martha Rocha, que nada fez para demover o então governador da violência cometida contra a categoria. “É muito triste ver o policial ser apunhalado pelo Governo pelas costas, que cedeu o imóvel para a construção do Museu DE Arte do Rio (MAR), administrado pela Fundação Roberto Marinho. A preocupação de estar nas ruas trabalhando, ser baleado, acontecer alguma coisa, e não ter onde se socorrer, isso realmente desestimula toda classe policial”, disse à época da tribuna da ALERJ, o ex-deputado pelo PDT, Zaqueu Teixeira.

Em seguida, em outra operação nebulosa, em julho de 2012, Sérgio Cabral desativou o Hospital Central do IASERJ, na Cruz Vermelha, desalojando pacientes às pressas para outras unidades de saúde, sob o pretexto que no terreno seria construído um instituto de pesquisas em oncologia do INCA. Cabral fez um convênio com o INCA, vizinho ao IASERJ, para a ampliação do instituto. Na calada da noite, tiraram às pressas, pacientes da UTI e, oito anos depois, nada foi feito no local. O terreno está abandonado, cheio de mato. Um descaso com o patrimônio dos servidores do estado que além de perderem o Hospital da Polícia Civil, perderam também o Hospital do IASERJ com várias especialidades médicas e internação.

Policlínica do Estácio sem emergência e internação

Já a Policlínica do Estácio, inaugurada em julho de 2016, veio para preencher a falta dos cinco anos sem hospital. No entanto, não tem emergência e nem internação. Apenas atendimento ambulatorial e preventivo. E não atende todos os policiais. Quem mora na Baixada e interior do estado reclama que não tem como usufruir da policlínica. Daí

Mas a história da sua inauguração enfrentou muitas dificuldades pelo descaso do governo.  “Com o fechamento do nosso hospital, tivemos que passar quase cinco anos atendendo num ambulatório improvisado na Acadepol”, diz a ex- diretora-geral, Dra. Sílvia.  “Enfrentamos problemas na elaboração do projeto, na escolha do terreno, na licitação e nas obras”, explicou.

O SINPOL aguarda reunião com o secretário de Polícia Civil, Allan Turnowski, quando pedirá que o Estado pague um plano de saúde aos policias, reivindicação que corre nas delegacias.

O presidente do SINPOL, Fernando Bandeira, disse que tem duas filhas. "Uma nasceu no extinto Hospital da Polícia Civil e a outra nasceu no Hospital do IASERJ. Hoje não temos nenhum dos dois", conta. Vamos encaminhar ao governador e à secretaria de Polícia Civil a reivindicação da categoria - um plano de assistência médica a todos os policiais civis do Estado.


1ª FOTO - O Hospital da Polícia Civil, na Praça Mauá, virou museu. No meio, matagal toma conta do terreno do IASERJ, totalmente abandonado na Cruz Vermelha. E, Policlínica do Estácio, só atende para consultas, sem internação e emergência.


JORNAL DO SINPOL

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Número55 Pags 1 a 8 
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